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segunda-feira, 1 de março de 2021

Alugar uma moto vale a pena? Porque é tão "caro"?

Porque que o aluguel de uma moto custa QUATRO VEZES MAIS que de um carro?

Volta e meia quando algum cliente sem muitas condições financeiras ou conhecimento do mercado de aluguéis de motos nos contacta, questiona de imediato do porquê alugar uma moto sai muito mais caro do que alugar um carro... Hoje vamos esclarecer isto em definitivo para todos os que tem essa dúvida ainda!

 


De saída, há que se frisar que a conta feita pelos clientes mencionados em geral consiste em pegar o valor de um carro intermediário como um Hyundai HB20 Sedan e comparar com o valor de uma moto... Assim, imediata e inadvertidamente ele conclui que o valor do aluguel de uma BMW R1200GS Premium deveria ficar na faixa dos R$ 130,00 (cento e trinta reais) a R$ 150,00 (cento e cinquenta reais), já que um carro que custe coisa de R$ 70.000,00 (setenta mil reais) como é o caso de uma R1200GS Premium, tem tal valor!

Aqui, já parte da primeira premissa errada, pois saibam que um carro para locadoras de moto em geral tem um desconto gigantesco, já que comprados em grande volume, geralmente o fazem diretamente da fábrica/montadora, chegando o valor por conta do desconto a ser 30% (trinta por cento) menor do que você, consumidor "normal", paga ao adquirir um veículo zero quilômetro. Assim, um carro de valor de mercado em R$ 70.000,00 (setenta mil reais) para o consumidor comum, acaba custando para a locadora de veículos aproximados R$ 49.000,00 (quarenta e nove mil reais). Vem pronto (i.e., não necessitam acessórios extras) e ao final de um ano ou de determinada quilometragem são vendidos usados não raro pelo mesmo valor que adquiridos (você já deve ter percebido que TODAS grandes locadoras de automóveis tem uma revenda de usados...). Há também um incentivo fiscal para compra do mesmo, sendo que o IPVA para locadoras de automóveis, por força de lei é a metade do que você paga em seu veículo! Sabia disso? Pois é... Seguro geralmente também não é problema, já que a frota é grande, e não raro as locadoras por deterem volume de caixa fazem o chamado "auto-seguro", ou seja, não tem seguro de seus veículos com seguradoras externas, contratando diretamente serviços de reparos ou assumindo a perda em caso de dano grande no seu veículo ou de terceiros.

Já para a locadora de uma moto, aquela motocicleta BMW que custa R$ 70.000,00 (setenta mil reais) acaba saindo na verdade por coisa de R$ 90.000,00 (noventa mil reais)! E lhe explico porquê desta triste matemática...

Uma moto sai da concessionária completamente "pelada" ao contrário do que ocorre com os carros. É exigência de qualquer cliente que uma big trail, por exemplo, possua protetor de motor, protetor de carenagem, top case e cases laterais, de preferência metálicos, impermeáveis e se possível com "inner bags" (sacolas próprias para bagagem que vão dentro dos cases). Se contar com tomada para carregar o celular e suporte para este, também será apreciado. Tudo isso, logicamente, custa dinheiro... E acredite, não é pouco! Um conjunto de cases metálicos e seus suportes chega facilmente entre R$ 12.000,00 (doze mil reais) e R$ 15.000,00 (quinze mil reais), enquanto um bom protetor de motor e carenagem passa facilmente dos R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) se realmente tiver qualidade! Junte-se a isso um bom seguro, que custa em torno de 10% do valor da moto, portanto cerca de R$ 7.000,00 (sete mil reais), geralmente com uma franquia cara, sem contar que é um risco que em geral nenhuma seguradora se dispõe a assumir. Ao final de um ou dois anos, quando a locadora vai vender a moto, em geral ninguém quer, ou, quando aceita o negócio, desvaloriza a mesma, pois, afinal, foi moto de locadora, não é mesmo? Como se por isso fosse mal cuidada, o que está longe de ser verdade, uma vez que os clientes de locadoras de motos são selecionados, ao contrário de clientes de locadoras de carros, já que mais em conta, e mais acessíveis a maioria dos condutores! 

Incentivo por parte das montadoras para as locadoras de moto? ZERO! Afinal, na cabeça delas, se você alugar vai perceber que não vale a pena manter uma moto de grande porte e portanto não compra! Isso nos foi dito de forma bem clara e direta em reunião há muitos anos atrás pelo Diretor de uma grande e conhecida marca PREMIUM de motos, que por questões de ética não citaremos. Este entendimento é válido até hoje, e não tem razão para mudar. 

Nem vamos entrar na questão da manutenção, das revisões e outras, pois você que pilota moto já sabe o preço de um conjunto de pneus de uma moto de grande porte ou de uma revisão se comparado com a de um carro, não é mesmo?

O interessante é que essa assertiva se repete em qualquer lugar do mundo, seja no Brasil - onde se contam nos dedos de uma mão o número de locadoras de motos - seja na Europa ou nos Estados Unidos. 

Para analisarmos o exemplo dos Estados Unidos que citamos, na nossa empresa parceira, a Premium Rentals & Tours LLC, você consegue alugar uma BMW R1200GS Premium por cerca de USD 200.00 (duzentos dólares) com suas taxas e seguro, o que convertendo significaria cerca de R$ 1.140,00 (mil, cento e quarenta reais) na data de hoje, enquanto escrevemos esta matéria (01/03/2021). Já para alugar um carro como o Chevrolet Cruze (que nos EUA, pasme, é tido como um carro "popular"), você pagaria coisa de USD 50.00 (cinquenta dólares) com suas taxas e seguro, o que convertendo significaria cerca de R$ 285,00 (duzentos e oitenta e cinco reais). Ou seja, da mesma forma que acontece em solo brasileiro, o custo para a locação de um automóvel em terras gringas acaba sendo igualmente 1/4 (um quarto) do valor que uma moto de valor bastante semelhante (aparentemente, conforme lhe explicamos acima).

Por essas e outras que o mercado de locações de motos é tão restrito, ainda mais no Brasil, onde o cliente tem o hábito de comparar tudo de forma generalizada, sobretudo comparar preços, sem se dar conta de que precisaria analisar não só o "preço" estampado, mas o VALOR que há embutido em um negócio que venha a fazer. E VALOR é sabidamente diferente de preço...

Mas...

Se você entende de VALOR, seja nos Estados Unidos seja no Brasil, quando quiser realmente alugar uma MOTO, saberá que não estará alugando um simples carro! E que portanto justifica-se o VALOR maior a pagar. 


Afinal, rodar de moto por novas estradas é coisa que não tem "preço"! 

Para todo resto... Bom! Aí existem os carros, não é mesmo?

Abraços e nos vemos nas estradas!

Flávio Diehl 

A&K Motorcycle Rentals

Aluguel de motos no Estado de São Paulo; no Rio Grande do Sul e nos Estados Unidos

www.aekmotos.com.br

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sábado, 25 de janeiro de 2020

A verdadeira história de HackBerry! - Route 66

A verdadeira história de Hackberry! 

Já ouviu falar de Hackberry? Bem... Ela não consta dos registros no Condado de Mohave, Arizona, Estados Unidos. Localizada na velha Route 66, dista a 37 km a nordeste de Kingman, com uma população estimada de cerca de 5500 pessoas segundo o senso de 2010. E é claro que da "General Store" o ponto de parada de nosso Tour Route 66, se você não atravessar a estrada e olhar para frente, você vai deixar a cidadezinha passar despercebida! 
Na verdade Hackberry, que é o nome de uma árvore, era um antiga cidade mineira, onde
se prospectava a prata e alguns outros metais por vota de 1875. Porém algumas decadas após, em 1919, quando o minério começava a se esgotar, a mina acabou fechando, e Hackberry se transformou em mais uma das tantas cidades fantasmas da região.

Das várias estações de serviço na cidade que atendoam sobretudo aos viajantes da Rota 66 dos EUA depois que a rodovia chegou à cidade em 1926, revitalizando a cidade, acabaram todas fechadas de´pois que a HWY 40, passou muito ao largo da cidade, deixando-a a dezesseis quilômetros da nova rodovia. Assim, a Northside Grocery (fundada em 1934) e sua estação de Conoco foram as últimas a fechar em 1978. 
Hackberry depois disso quase se tornou efetivamente uma cidade fantasma novamente, mas membros da família Grigg moram lá desde a década de 1890 e continuam morando lá depois de seis gerações! Em 1992, o artista itinerante Bob Waldmire reabriu a Hackberry General Store como posto de informações turísticas e loja de lembranças da Route 66 no antigo site Northside Grocery. Waldmire vendeu a loja para John e Kerry Pritchard em 1998 devido a disputas locais sobre o impacto ambiental e estético das pedreiras, que na época estavam se estabelecendo na área para remover pedras locais para uso em paisagismo. A loja permanece em operação com uma coleção de carros antigos do auge da Rota 66 dos EUA no Arizona. 

E aí? Preparado para conhecer Hackberry ao vivo? Venha conosco em um de nossos Tour pela Route 66!

Informações sobre nossos Tour:
(51) 99293-4447 (Celular/WhatsApp/Telegram)
aek@aekmotos.com (E-mail)
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domingo, 6 de agosto de 2017

BMW G310R finalmente no Brasil! Vale a pena?

Depois de muita espera, a BMW G310R, finalmente, chega ao Brasil, para ser usada no dia-a-dia, marcada de saída pelo seu monocilíndro, que de cara encanta a muitos, sobretudo aqueles ávidos por uma boa moto econômica e disposta a tudo. 



Inegavelmente bonita, difere bastante de outras motos já existentes no mercado, tendo um valor justo para a cilindrada que apresenta, ainda mais por ser de marca Premium, que por si só já vende. 

Leve, com apenas 159kg em ordem de marcha, é bastante maleável, apta às ruas da cidade, e encara trajetos curtos de estradas sem maiores problemas, quando não se exige maiores velocidades. 

Claro que, como toda monocilíndrica, pode fazer falta um motor mais agressivo para aqueles pilotos acostumados com motos de grandes cilindradas e vários pistões, ainda mais quando utilizada na estrada por longos trajetos. O que parece não ser exatamente a "praia" deste modelo, ao contrário de suas irmãs um pouco maiores como a F800GS, F800R ou mesmo uma S1000R, o que, por óbvio, é comparação que nem deve ser feita. 

O fato é que a G310R proporciona exatamente o que interessa. Nem mais, nem menos. Boa velocidade de cruzeiro, assento ótimo para o tamanho e comandos sempre à mão. Uma moto ideal para quem não tem grade estatura, o que deve agradar bastante ao público feminino e aos pilotos de pernas não muito compridas. Se vira muito bem no trânsito urbano, e dá a franca impressão de que se está a pilotar uma "125" qualquer, mas com muito mais arrancada e força para deixar para trás todos os carro e motos quando o sinal abre. 

Notavelmente bonita, lembra um pouco motos maiores como a "batida" Hornet da Honda. Já se sabe que no mundo das motos tudo se transforma, e no caso das motos da BMW sempre para melhor. A fórmula que funciona jamais deve ser radicalmente mudada! 

Traseira levemente elevada, remete às motos esportivas, complementada pelos plásticos da lateral com linhas que dão a impressão de movimento e também de cortar o ar. Ângulo de cáster curto, é garantia de alta manobrabilidade. 

O centro de gravidade foi jogado bem para o meio das duas rodas da moto, favorecendo ainda mais a agilidade. E a segurança se complementa com ABS e freios excelentes, sendo o disco de 300mm de diâmetro, calçado por 4 potentes pistões, mais do que suficientes para parar a máquina em curto espaço, principalmente quando o piloto sabe utilizar também do freio traseiro à disco (240mm de diâmetro), desta feita mordido por dois pistões contrapostos.

Por fim, um painel de LCD com todas as informações necessárias complementa com maestria a BMW G310R, que instiga o piloto a acelerar só para ver os números mudarem rapidamente. Alguns mais saudosistas podem até estranhar, de saída, a falta do tacômetro analógico, o que logo se esquece nos primeiros quilômetros, já que a linha de rotações está bastante visível, além do próprio motor já dar o tom de a quantas anda, como todo monocilíndrico com sua vibração característica, que faz bons pilotos saberem exatamente a hora de trocar de marcha para fazer a mesma rodar redonda. 

Ainda não tivemos oportunidade de conferir dados como a autonomia da moto, mas pelo que ela propõe, certamente deve fazer algo entre 25 e 30km/litro, a depender da tocada do piloto. O que com seu tanque de 11 litros a leva a uma autonomia de mais de 300Km, excelente!

Enfim, para quem quer pagar preço justo e ter uma moto para o dia-a-dia e viagens curtas, ainda não foi criada moto melhor. Não temos dúvida alguma que a G310R veio para incomodar as concorrentes e surpreender. E muito!!!



Preço? Cerca de R$ 21.900,00. Simplesmente um preço justo. 

E você? Vai de BMW G310R?

Nós vamos!!!


Crédito das fotos:
Google Images - BMW Motorrad



Aluguéis de motos BMW's e Harley's no Brasil e no mundo
Tour pela Route 66 e outros roteiros
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Aniversário de 115 anos da Harley Davidson

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Nova (???) BMW R1200GS

A BMW Motorrad alardeia que acaba de lançar as "novas" BMW's R1200GS e R1200GS Adventure, o que é assertiva muito relativa, pois pouco ou quase nada mudam. 


O que ocorreu foi a implantação do pacote dito "Premium +" (ou Premium Plus), onde com um acréscimo de valor vai também incluso alguns gadgets a mais além de todos que a moto já possui. Também passa o cliente a contar com a R1200GS "Sport +" (ou sport plus). 

Muda que na configuração Premium +, tanto na R1200GS quanto na Adventure agora há o "shift assistant", ou assistente de troca de marchas, permitindo que o piloto faça a troca sem o acionamento da embreagem e sem mexer no punho do acelerador, o que torna a subida ou descida das marchas muito mais rápido e eficiente.

Conta ainda com o sistema "keyless", que como já há anos acontece nas Harley Davidson, dispensa o uso de chave para ligar a moto, o que teoricamente se traduz em maior segurança para o piloto (até que a bandidagem descubra o sistema, claro).

Também agora os pilotos mais baixinhos podem contar com kit de rebaixamento (coisa que já comentamos e particularmente não gostamos), que pode reduzir a altura da moto (e do assento) em até 50mm, uma mão na roda aos desprovidos de maior estatura.
 
E não pára por aí! Ainda tem ABS Pro, controle de velocidade de cruzeiro, luz de freio piscante nas freagens mais bruscas e próximas a redução total de velocidade, modo de pilotagem pro, que além dos tradicionais Rain e Road ainda contam com modo Enduro, Enduro Pro e Dynamic que trabalham junto com a potência do motor, suspensão, ASC e ABS. Uffa!!! É ou não é coisa que não acaba mais? 
 
Motor e demais características não mudam. 
 
Preços? De R$ 63.900,00 na R1200GS Sport +; R$ 74.900,00 na R1200GS Premium + e R$ 84.900,00 na Adventure Premium +. 
 
Caro? Barato? 
 
O certo é: mais opções, para todos os bolsos. Ou seja, de se comemorar!
 
 
 
E você? Vai de BMW R1200GS nova? 
 
Até breve!
 
Crédito das fotos:
Google Images
 
 
Aluguel de motos BMW e Tours personalizados para grupos pela Route 66, Canadá, Portugal e outros diversos destinos.
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segunda-feira, 23 de maio de 2016

Recall motos BMW G650GS e Sertão - 2013 a 2015

A BMW chama a recall 3.470 motos G 650 GS e G 650 GS Sertão, produzidas entre 2013 e 2015. Segundo a BMW Motorrad, o motor das motos pode parar quando em marcha lenta, com riscos ao piloto.

BMW; G 650 GS; Sertao; trail; Yamaha; Ténéré; 660; moto; motocicleta (Foto: Divulgação)
 
Se você tem uma moto com o chassis infra indicado agende com seu concessionário a atualização do módulo de gerenciamento do motor.

Caso você não compareça ao recall, a falha pode levar a danos no motor, e neste caso não há responsabilidade da BMW, daí a importância do cliente levar a moto ao recall.

VEJA OS CHASSIS ENVOLVIDOS:

G 650 GS: de Z085633 a Z598798
G 650 GS Sertão: Z386198 a Z386228

Website www.bmw-motorrad.com.br/br/pt/recallg650gs


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segunda-feira, 16 de maio de 2016

Fábrica da BMW Motorrad no Brasil!!!

Agora é oficial! 
 
A BMW Motorrad está abandonando a parceria com a Dafra para finalmente inaugurar uma "fábrica" (linha de montagem) própria, em Manaus. Da linha de montagem sairá a novíssima BMW G 310 R, e os demais oito modelos já montados via CKD no Brasil.
 
 
 
O lançamento da G 310 R está previsto para o segundo semestre deste ano.  
 
É a própria BMW Motorrad quem avisa por seu Presidente Stephn Schaller: “Com nossa estratégia de crescimento global, reforçamos nossa presença em mercados emergentes como o Brasil. Nesse contexto, a G 310 R desempenhará um papel fundamental na atração de novos públicos para a BMW Motorrad".
 
Sobre a BMW G310R falaremos mais detalhadamente tão logo tenhamos acesso à moto, mas de saída se vê que será bastante apta aos deslocamentos sobretudo dentro das cidades, onde um motor com 300 cilindradas dá mais do que conta do recado. 

Para as viagens maiores, só escolher os outros diversos modelos oferecidos, como a BMW R1200GS ou a imbatível F800GS, moto que com cases laterais instalados e um bom GPS Garmin Zumo acoplado leva facilmente o motoaventureiro a quaisquer destinos longínquos, a exemplo de Bariloche, Las Leñas, Mendoza e até mesmo Ushuaia, no fim do mundo.

Inegável que o mercado brasileiro vem se mostrando muito promissor para o segmento das duas rodas. Ótimo saber que a BMW Motorrad está sempre atenta a este movimento e aos anseios do consumidor brasileiro. Resta saber se saberá respeitá-lo também com relação aos preços praticados, coisa que vem fazendo bem ultimamente, equiparando o valor de suas motos aqui com os que vemos lá fora, ao contrário do que acontecia anteriormente, quando havia grande discrepância de valores. 

Nós, da A&K Motorcycle Rentals ao momento que parabenizamos a BMW pelo respeito ao consumidor, dando-lhe maiores oportunidades de escolha, nos colocamos ao lado da mesma em parceria para oferecer à locação as motos da marca. 

Assim, em breve teremos à disposição de nossos clientes também a BMW G310R, como nossas outras motos, totalmente equipada e apta à viagens. 

E você? Já escolheu a BMW que pilotará? 

Até breve!


Crédito das fotos: 
Google images 



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segunda-feira, 2 de maio de 2016

NOVA BMW F800GS? Ou a mesma boa e "velha" de sempre?

A verdade é que a BMW F 800 GS continua quase a mesma... O que a BMW Motorrad fez este ano foi mais do mesmo: basicamente um "facelift", uma mera plástica, com uma "puxadinha" aqui e outra ali. 
 
No mais, troca-se as cores (branco com quadro 'Racing red'; 'Black storm' com quadro 'Agate Grey' e
'Racing blue' com quadro 'Agate Grey'), um pouco da carenagem e conta também com novo pacote de opcionais - isto bem interessante! - com ESA (ajuste eletrônico de suspensão), o que como sempre digo desde priscas eras transforma a moto em "outra moto" (você ajusta pelo toque de um botão a pré-carga do amortecedor traseiro). Também ganha protetor de mãos (mais do que bem vindo em uma moto apta ao "off" e ainda para os mais "folgados" o banco comfort.
 
O preço fica, claro, um pouquinho mais salgado, em R$ 45.900,00.
 
E para finalizar, tudo do mesmo: manoplas aquecidas, computador de bordo, cavalete central, indicador de direção em LED, três tipos de assentos opcionais (além do banco comfort) e os assentos de duas cores recém-projetados, motor de 2 cilindros e quatro válvulas, 798 cm³, injeção de combustível, caixa de marchas com seis velocidades, bem como freios ABS e controle de tração.
 
A grande verdade é que, como sempre, a F800GS continua sendo sempre uma boa escolha, pois é moto que lhe leva desde Ushuaia até a padaria da esquina. Muito "maleável" ao contrário das outras grandes GS, nãos sendo nem tão pequena quanto a G650GS e nem tão mostruosa quanto a R1200GS Adventure. Assim, talvez a escolha ideal para o biotipo do brasileiro em geral. 
 
 
Uma pena, claro, que pelo visto a BMW do Brasil insiste em não trazer a F700GS, que aqui certamente teria grande público, já que é moto sensivelmente mais baixa que a 800, dando tanto conta do recado como aquela. 
 
Quem sabe mais para frente a empresa abra os olhos! Vá saber...
 
E você? Já pediu sua F800GS 2016? 
 
Até breve!!!
 
 
Aluguel de motos BMW GS e Harley Davidson
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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Daytona Bike Week 2016!

ÚLTIMA CHAMADA!!! GRUPO RESTRITO, POUCAS VAGAS RESTANTES!



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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

INDIAN MOTORCYCLES NO BRASIL (???)

Desde ano passado, a Indian vem dando notícias de querer ingressar no mercado Brasileiro, para brigar com sua eterna rival, Harley Davidson...


Para quem não sabe, a Indian surgiu ANTES da Harley Davidson, a primeira em 1901, enquanto a segunda somente 2 anos depois, em 1903. 

Através do grupo Polaris, dona da marca também no exterior, até final deste ano de 2015, a empresa promete estar com suas motos no território brasileiro, trazendo dor de cabeça para a sua concorrente mais próxima. O que se espera, por óbvio, é que venha com preços competitivos, abaixo dos modelos "similares" da Harley Davison, se é que se pode dizer haver alguma similaridade entre ambas marcas. 

De tudo, nota-se que a Indian sempre apresentou excelente qualidade em suas motos, havendo - assim como acontece com a Harley Davidson - motos da marca de mais de 50 anos atrás ainda hoje rodando como se fossem novas, sem apresentar quaisquer problemas mecânicos de nota que viesse a impedi-las de rodar diariamente. Há os apaixonados que defendem ferozmente ser a Indian "muito mais moto" do que as Harley Davidson's, apontando que o acabamento das mesmas é infinitamente mais primoroso, bem como que a matéria prima utilizada é superior a das Harley's. Assertivas, claro, muito discutíveis, dependendo puxar a brasa para o assado do lado que se está. Tudo é sempre uma questão de paixão quando se fala em motos! 

Vá lá que a Indian volta e meia anda meio desaparecida, mas isto se dá por conta de sua história, e quiçá, até mesmo pela figura e marca "indígena" que não foi muito feliz em agradar o governo americano que - ao contrário do que aconteceu com a Harley Davidson, a qual em épocas de crise foi socorrida financeiramente pelo governo - não socorreu a empresa nas épocas de dificuldade. Se por um lado não teve ajuda, por outro então pode se dizer que "não se dobrou" ao que o governo ditava, não se sujeitou de nenhuma forma ao mesmo. E, ainda que com dificuldades e períodos de "estiagem", sobreviveu, com toda a força que só uma "indígena" tem. 

Não é para menos que o logo da marca é o busto de um índio, de cabeça sempre erguida olhando para cima. 

E se a Indian não representa exatamente o "sonho americano", continua sendo símbolo de "rebeldia", talvez em sua mais pura forma, nas linhas fluídas que apresenta. Afinal, nem sequer ao governo dá maiores explicações e segue em frente de seu jeito, por mais difícil que isso seja. 

Por tudo isso, não é para menos que tem uma legião de fãs. Provavelmente bem menos do que os da Harley Davidson, mas não é moto a se desprezar. 

E você? Está ansioso para ver o que a Indian trará para nós brasileiros? 

Até breve!



Crédito das fotos:
Google images



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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Alta do dólar, alta no preço das motos premium? O que deve acontecer.

Desde o início do ano passado (2014), o dólar comercial veio de aproximados R$ 2,30 chegando a bater R$ 2,70 nas semanas que se passaram, enfim, rugindo alto e amedrontando boa parte de quem depende do dólar para seus negócios e/ou compras. Agora, parece ter estacionado - ao menos por uns dias, até novas notícias ruins (ou boas, a depender do ponto de vista) - em R$ 2,65.



E o que tudo isso quer dizer? 

Quer dizer que, até o momento, experimentamos uma alta de aproximadamente 15% no dólar. 

E como fica o valor das motos, sobretudo, importadas? 

E o valor das BMW's, dentre outras, "nacionalizadas"?

Antes de mais nada, sempre gosto de lembrar que o fato de uma moto ser "nacionalizada", ao fim e ao cabo não queira dizer que ela não é importada, não tem custo em dólar. Tem, e dificilmente deixará de ter. Não há motivo para tanto. 

Ora, o fato de se trazerem peças/componentes/conjuntos do exterior a serem montadas no Brasil, não afasta a assertiva de as mesmas continuarem sendo IMPORTADAS, incidindo, portanto, e valendo, para todos os efeitos, a cotação do dólar!

E daí? 

E daí que, mantendo-se o dólar em alta - e os mais pessimistas (ou otimistas, a depender do ponto de vista) apontam um dólar de até R$ 3,50 - é bastante provável vermos um reajuste no valor das moto premium. 

De tudo isso, sempre defendo que não se espere demais para se comprar a moto que se deseja, salvo se a pretensão é comprá-la usada. O que mesmo assim é discutível, pois, indo à lua o valor das novas, atrás irão também as usadas. 

Certezas? 

Nenhuma... Afinal, estamos no Brasil, onde o futuro é incerto em todas as áreas. 

A nós, resta corrermos atrás de nossos sonhos, pois quem fica parado, não chega a lugar algum!

E você? Vai esperar o dólar subir ou ir atrás do que pretende agora, independente de valor de dólar ou outra moeda? 

Nós, seguimos com nossos projetos, com ou sem dólar.

Até breve!


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terça-feira, 20 de maio de 2014

Ushuaia de motos e em fotos!

Nosso post de hoje é um "tira-gosto" para quem vem sonhando com Ushuaia! Obviamente estar lá não pode ser traduzido em imagens em uma tela de computador.

Pincelaremos só alguns tópicos, dicas que achamos de grande valia, e deixar a maioria das descobertas para aqueles que empreenderem esta viagem obrigatória ao todo motoaventureiro.

Pronto? Então vamos lá: 


O primeiro que se tem a dizer é que você precisa de um mínimo de planejamento para ir a Ushuaia. Tipo... Uma semana antes pensar: vou ir!


Se antes você tinha de ficar fazendo mil e uma elocubrações mentais de como ir, como chegar, por onde ir, hoje não precisa mais. Pela Ruta 03 é praticamente só uma reta até lá, com um tramo de rípio de apenas 120km, coisa tão leve que até de superesportiva, com calma, você faz. Claro, se a idéia é ir pela Ruta 40, aí a coisa muda um pouco de figura, e é bom ter um planejamento melhor, sobretudo no que toca à como resolver a questão da autonomia, pois há trechos de 400km ou mais sem abastecimento. Mas como estamos falando do "basicão", do apenas chegar em Ushuaia, vamos pela 03 desta feita. Em post futuro, para depois do inverno (ou quiçá durante, a fim de empolgar para a época de final de ano) fica combinado de falarmos da Ruta 40, ok?

Bem... Fato. Se você não vai ficar no mínimo um ou dois dias em Buenos Aires, entrar em Puerto San
Julian para visitar com calma a Península Valdez e visitar as pinguineiras com calma, a viagem pode se tornar um verdadeiro martírio,  porque a paisagem a partir de Buenos Aires é de uns 2000 e poucos quilômetros com pouco mais do que nada para se ver, com a sobremesa de mais uns 1000km de retas que não findam pelo deserto. Bonito? Sim. Cansativo? Demais!!! Assim, ir a Ushuaia "rápido" simplesmente para chegar lá, prá dizer que foi, não é muito bom negócio, salvo se sua idéia for voltar com calma. Eu particularmente, se de moto, prefiro ir devagar (pegando um trecho da 40, passando pela região dos lagos, Bariloche, etc.) e aí sim voltar rápido ou mandar a moto de volta via serviços da A&K Motorcycle Rentals (empresa que além de alugar motos BMW para sua aventura tem a possibilidade de trazer de volta entre 5 e 8 motos de lá, sejam da A&K, sejam de terceiros), o que é uma grande sacada!

Claro, ir e voltar com calma de moto é que é o "mundo ideal", mas para isso, como já falamos em post passado, você precisa de 30, 40 dias para fazer uma viagem decente. E quem tem esse tempo todo hoje em dia? Eu não tenho... Tendo, vale a ida pela 03 mas passando em Punta del Este, Montevideo, Colônia del Sacramento, Bahia Blanca, Península Valdez, etc.  

Fora isso, é a Ruta 03, dormir em qualquer lugar que aparecer, abastecer onde der e parar mesmo só em Rio Gallegos antes da última perna, coisa que - aí sim - é quase mandatório, ainda que se possa também ficar, antes de chegar finalmente a Ushuaia, em Rio Grande, dentro da própria "ilha" onde está o "fim do mundo".Aí é tomar uma Quilmes de noite, comer um bom "cordero fueguino" em um dos diversos e bons restaurantes que há por lá (antes de Rio Gallegos não vale a pena procurar por um cordeiro fueguino decente. Não encontra, e se encontra, é caro demais da conta. Em Rio Gallegos já é "de babar" - para quem gosta, claro - e muito acessível de valor...). E, aliás, já que estamos recomendando, sugiro o hotel Avellaneda (Avellaneda, 928), que é tocado por um simpático casal de meia idade, os quais lhe tratam como "de casa" (se estiver disponível, peça a suíte com a Jacuzzi... Não é caro e vale o "investimento", ainda mais se acompanhado da esposa, namorada...). Relaxe um pouco em Rio Gallegos e se prepare para a perna final no dia seguinte. Sim... Você já está chegando em Ushuaia!!!

Mas é bom avisar desde já: saia CEDO de Rio Gallegos. Você tem 4 (quatro!) fronteiras para fazer, com todos os trâmites burocráticos e demora "normal" que se tem direito!!!

De Rio Gallegos a Ushuaia você tem duas alternativas de travessia do Estreito de Magalhães. Ou sai por Puerto Natales, ou sai por Punta Delgada. Eu particularmente sempre prefiro a travessia de Punta Delgada, até porque ali o ferryboat parte a cada 30 minutos. Só não sai quando o mar está muito, mas muito ruim! Enquanto espera o farry, um bom chocolate quente no café ao lado da "fila" é uma excelente pedida e momento para um "brinde" com suco ou refrigerante. Afinal, você está onde estudava nos livros de geografia no colégio! Cara! Você está agora no Estreito de Magalhães, um dos pontos mais "famosos" de todo o globo terrestre. Relembre da história, do caminho para as índias, etc...

Passado o estreito, são os 120km de rípio logo em seguida (cuidado com os caminhões atirando rípio em você e com os abestalhados guanacos, que cruzam a estrada quando bem entendem, sem aviso algum e sem razão nenhuma quando você menos espera). Vá com calma e sem pressa, portanto.

Depois diss, a "subida da serra", ou melhor, a travessia dos andes que leva à Ushuaia, é talvez um dos pontos mais bonitos (embora eu ache toda e qualquer travessia dos andes deslumbrante) de toda a viagem, valendo não ter pressa para se chegar lá. É no meio desta que você poderá - com sorte! - ver e fotografar a "Laguna Escondida". Sorte porque a mínima neblina (normalmente existente até as 10h da manhã, no mínimo, e reiniciando à tardinha) já encobre toda a mesma, daí advindo o seu nome. 


Mas uns quilômetros de descida e pronto! Você chegou em Ushuaia!

Não se preocupe se à primeira vista a cidade lhe parecer um tanto "decepcionante". Infelizmente, sobretudo no que tange à entrada da cidade, observa-se que falta é MUITO investimento por parte da municipalidade. Quase não se compreende como que uma cidade que atrai tantos turistas do mundo inteiro se mostra praticamente incapaz de melhorar coisas básicas, como ruas, calçamentos, paisagismo. A verdade é que talvez a "expectativa" seja maior do que a realidade. Mas calma!!! Ushuaia não se restringe - e muito pouco tem a ver - com a cidade!

Se o "centro" da cidade não é lá charmoso, os arredores são simplesmente de tirar o fôlego! A dica que damos para quem vai, principalmente de moto, se não tem "preguiça" de ficar rodando com ela por lá, ou caminhar outro tanto (o que no frio, de noite, pode não ser muito agradável, já que congelante!) é ficar um pouco mais afastado do centro. Em verdade, há poucos metros da rua principal San Martin, você já encontra excelentes pousadas e hotéis a preços bem mais convidativos e com instalações excepcionais.

Quando lá estivemos, ficamos hospedados no hotel "Los Naranjos" (os laranjas???), o qual não recomendo e nem desrecomendo... É bem central, os quartos são limpos, quentes, a cama e o banho é bom, mas... Não se pode dizer que o preço é bom, não tem maiores atrativos, o café da manhã é fraco (como aliás, em praticamente TODOS hotéis da Argentina, que normalmente só servem croissant - "media luna" - e torradas - "tostadas", com doce de leite e manteiga) e não tem garagem. Claro, em Ushuaia todo mundo deixa os carros na rua mesmo, e dizem que não há problema! Mas se você conseguir deixar sua moto em frente ao hotel, aí sim, tanto melhor. Ainda que você certamente não vá deixá-la muito tempo parada... Tem muito a se ver nos arredores. Ficar menos de 3 dias por lá, pode ser desperdício e mais do que isso, talvez também seja.  


A primeira visita obrigatória depois de instalado em Ushuaia é ao Parque Lapataia... Vá devagar e com tempo! Dentro do parque tem infinidades de paisagens a se ver. Um dia inteiro não é lá exagero, ainda que tudo possa ser visto em meio turno. Pela parte da manhã pulula de gente. 

À tarde, um pouco mais tranquilo. Não alimente as raposas, e tire muitas fotos delas! Com sorte você encontrará também castores no Arroio Castor, que corta o parque. Patos selvagens são muito comuns igualmente. Faça uma ou duas trilhas rápidas. E, claro, a famosa foto em frente a placa do final da Ruta 03! Tem gente que deixa o carro na entrada do parque e vai à pé pelas trilhas. Se você tem tempo, ótimo. Se não tem... E fora que se for à pé, se por um lado aproveita mais a paisagem, por outro não consegue tirar a foto na placa de ushuaia com sua moto. Aliás, é proibido chegar com a moto junto à placa, mas... Você sabe como é, né? A idéia é não rodar pelas trilhas. Empurrar a moto até ali, não tem muito mal, desde que você respeite os pedestres e dê toda a preferência aos mesmos (que talvez lhe olhem de cara torta, talvez não).


Dependendo da época - e principalmente da grana que você se dispõe a gastar - tem muita, mas muitaaaaa coisa mesmo para fazer pela região de Ushuaia. Desde o econômico passeio pelo Parque Nacional (coisa de 10 reais por pessoa a entrada, se não me engano), até um chique sobrevôo de helicóptero (uns USD 320.00 , a depender da época do ano - alta ou baixa temporada) onde você tem a oportunidade de pousar em cima de um monte cheio de neve (ainda que seja pleno verão). Há também passeios de catamarã ou de barco pelas redondezas (em torno de USD 40.00 e você também pode ir até o Cerro castor, principalmente se for temporada de esqui, pois lá é uma das melhores estações para a prática do esporte da América do Sul. Tenho que a pista ganha até da de Bariloche (a de Bari é um tanto perigosa, com muitas pedras...). 

Mas se você é apenas um fotógrafo de mão cheia (o que não é meu caso), tem muito MESMO o que fotografrar por lá. Diria que dá prá passar tranquilo uma semana por lá fotografando locações diversas sem repetir nenhuma foto. Cada lugar é especial, e dependendo da hora do dia, as cores se apresentam diferentes. Sem dúvida alguma, uma das paisagens mais deslumbrantes que já conheci nesta minha vida até agora. 


Chegou a hora de voltar...

Quer saber o ideal? Partir de avião e deixar que tragam sua moto. Ou então voltar com bastante calma pela Ruta 40, passando em El Calafate, Perito Moreno, Puerto Mont, etc. Ou, finalmente, se não mais houverem alternativas, encarar a "tortura" novamente da Ruta 03. 

No fim das contas, só uma coisa é certa sobre Ushuaia e motocicletas. 

Você PRECISA ir! De moto, lógico!

E você? Já programou sua viagem até Ushuaia? 

Nós já...
Até breve!!!


Crédito das fotos:
- todas próprias da A&K Motorcycle Rentals, exceto da do helicóptero de autoria de Jesus Massao Hatae



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