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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

TOP 10 DESCULPINHAS - para não realizar seu sonho de viajar de moto!

Volta e meia as pessoas inventam uma desculpa para não realizar um sonho... Em se tratando de viagens de moto e se o assunto é Tour pela Route 66, existem várias desculpas "prontas" por parte daqueles que tem medo de realizar seus sonhos, pois é fato que 11 a cada 10 motociclistas gostariam de ao menos uma vez na vida percorrer a icônica "Mother Road". 



Fizemos uma compilação bem humorada destas desculpas! Segue o "TOP 10 Desculpinhas": 

1 - não tenho grana!
Aí fica a questão... Como viajar sem dinheiro? Hei! Não existe almoço grátis! Ainda não vi quem pagasse para você viajar. Se encontrar me diga que também quero ir! Kkkkkkkkkk!

2 - tenho filho pequeno!
Opa... Mas o filho já não era pequeno quando pesquisou quanto custava, qual a data, o trajeto, etc.? Ou será que filhos encolhem de uma hora para outra? Xiiiii.... Deixa eu ir lá ver se o meu ainda está do mesmo tamanho ou se encolheu! He, he, he!

3 - não tenho tempo!
Ah... Viajar sem ter tempo realmente é um grande problema! Investir 8 ou 9 dias de sua vida em um Tour pelos Estados Unidos para realizar um sonho... É. Você precisa tempo. Tempo para viver!!!

4 - preciso fazer meu visto antes!
Mas então faça de uma vez! Até prova em contrário para entrar nos EUA vai precisar de visto sim. Se for esperar até não precisar mais, talvez você espere a vida inteira. 

5 - ainda está longe a data do Tour que quero ir!
Sim. O Natal também está longe agora. E quando você vê, ele já está aí de novo. E quando você vê passou mais um ano. E quando você vê, não tem mais vaga. E quando você vê, está com 90 anos e agora com medo de andar de moto. E quando você vê, a vida passou...

6 - não gosto de Harley. Não tem outra moto? 
Route 66 = Harley Davidson. Outra moto é a que você tem! Não vai cair um pedaço de você se andar uma vez na vida de Harley. E se não gosta de Harley, é a oportunidade perfeita para experimentar e da próxima vez falar mal com propriedade, em vez de ficar repetindo o que ouviu de outros, muitos dos quais igualmente não tem o mínimo conhecimento para falar desta ou daquela moto, pois nunca tiveram coragem ou oportunidade de experimentar algo diferente da moto que possuem.

7 - queria fazer o trajeto inteiro, não um pedaço!
Que tal começar de algum lugar? E se quiser fazer a Route 66 de ponta a ponta, vamos marcar a data e juntar os amigos para fazer todo o roteiro!

8 - não sei falar inglês!
E...? Porque você acha que nosso staff vai junto? É justamente para facilitar tudo para você, criatura! Inclusive para falar inglês, espanhol, mimiquês e todo mais que for necessário. Duvido você não conseguir uma coisa que precise por lá com nosso ajuda! Estamos nesta com você!

9 - essa época não dá. Teria que ser em dezembro ou janeiro.
Dezembro ou janeiro você pega temperaturas de uns 10°c e talvez até neve pela estrada. Mas, se não tem medo de frio e quiser ir nestas datas alternativas, junta um grupo que estamos juntos! 


E a campeã quando todas anteriores não parecerem razoáveis é... : 
10 - Vou ver com meus amigos. Semana que vem entro em contato!
Amigos nunca vão porque escolhem uma das nove desculpas anteriores... E que amigo vai ir num passeio que nem você tem coragem de ir sem um cúmplice? 

Eu, particularmente nunca esperei meus amigos para realizar meus sonhos. Até mesmo porque os sonhos são meus. Se eu não fizer por mim, ninguém fará. 

Ao fim e ao cabo, vemos que desculpas são aquelas coisas que inventamos para nós mesmos, a fim de justificarmos nossos fracassos, nossos medos, nossas frustrações. 

Quem vive a vida, não encontra desculpas. Constrói seu dia-a-dia e cria OPORTUNIDADES onde elas antes não existiam!

E você? Vai viver ou tem outra desculpa? 

Até breve!

Crédito das fotos: 
A&K Motorcycle Rentals


Aluguéis no Brasil e no mundo
Tour pela Route 66 e outros roteiros

segunda-feira, 6 de junho de 2016

A BMW F700GS finalmente está chegando!

Finalmente nos chegou a excelente notícia do lançamento no Brasil da já há muito conhecida em outros países BMW F700GS!



Porém, como tudo tem um lado bom e o ruim...

Com a chegada da F700GS a G650GS será descontinuada, para tristeza de alguns. Isso significa que agora o consumidor terá de optar ou pela G310R ou depois desta somente a F700GS. Assim, a G310R fica como única monocilíndrica da marca. 

Tudo  porque apesar de ser chamada de "700", em nada muda seu motor para a F800GS, contando com o mesmo motor e mecânica da F 800 GS, com seu motor bicilíndrico, 798 cc,  câmbio de seis marchas mas "amansado" em 10 cv a menos. Na F700GS são 75 cv a 7.300 rpm, com um torque declarado de 7,85 kgfm a 5.300 contra 5 cv e 8,46 kgfm na F800GS. O que pensando frieamente tem um lado bom, já que deve levar a moto para uma maior autonomia, ainda que pequena. 

Tanque de combustível, painel, conjunto de escapamento, manoplas, espelhos, banco e diversos outros itens continuam idênticos ao da F800GS, como se pode ver das próprias fotos. Freios também são os mesmos, enquanto que o amortecedor dianteiro é mais "simples", não sendo invertido como em sua irmã mais velha, provavelmente por questões de economia.  

A F 700 GS tem ainda o diferencial o fato de ser bem mais baixa que sua irmã maior, pois conta com uma roda dianteira de liga com 19 polegadas (contra 21 na F800), o que por si só já a abaixa em duas polegadas ou 5 centímetros, além de contar com uma posição de pilotagem mais baixa, sem risers no guidon, o que auxilia pilotos menores. Lógico, por conta justamente disto desagradará aqueles pilotos de maiores proporções, que então verão na F800GS a melhor saída por alguns milhares de reais a mais a bancar na 800. 

Este lançamento deve ocorrer junto da G310R, logo após a inauguração da fábrica da BMW em Manaus (AM).

E o preço?


Algo em torno de 35 e 37 mil reais, já que está a um patamar acima da G650GS e um abaixo da F800GS. 

E aí? Vai encarar a baixinha?

Até breve!


Crédito das fotos
Google Images

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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Mais motos BMW nacionalizadas e mais em conta! R1200GS, F800R e S1000RR (?)

Quem pensa que a BMW Motorrad vai parar de surpreender ou brigar com forças de campeã por sua fatia no mercado, está redondamente enganado!

Agora a pouco a BMW Motorrad anunciou o "lançamento" (ou o retorno...) de suas versões básicas, tanto da imbatível bigtrail R1200GS como da naked F800R. Para baixar o preço das mesmas, basicamente se tira um tanto de tecnologia embarcada destes modelos básicos, que contam somente  com sistema de freios ABS. Moto ideal para quem não gosta de firulas ou para os que acreditam que quanto mais tecnologia, mais coisa há para estragar e deixar o piloto na mão...


 Bom mesmo, para falar a verdade nua e crua, é que agora a BMW R1200GS Sport ainda traz as  manoplas aquecidas, o controle de pressão dos pneus (RDC) e freios ABS mas perde o providencial controle de tração e os diversos modos de pilotagem. Também as suspensões ajustadas eletronicamente - ESA - do pacote Premium desaparecem na versão básica. Além de, claro, as rodas raiadas, que voltam para a versão de liga no modelo básico. Motor, torque, potência, etc., continua tudo igual: boxer de 2 cilindros com potência de 126 cv e torque de 12,74 kgfm.

Nada que afete a performance da moto, ao menos não na mão de um bom piloto. Claro, particularmente eu até abriria mão do RDC e das manoplas aquecidas (que pouco se usam neste país tropical) em troca do controle de tração, que "salva" muito a vida do piloto. Só quem já sentiu o controle de tração trabalhando de verdade sabe do que estamos falando.
O preço de tabela cai em R$ 9.000,00, ou seja, agora é de R$ 60.900,00 para a versão "Sport" contra  R$ 69.900,00 da versão Premium. 


Já a naked F800R, moto que tem agradado muito o público feminino e os pilotos de estatura mais baixa e/ou que usam a moto em seu dia-a-dia, apresenta-se com um novo pacote básico, agora chamado de “Ride”. A motinho mantém suas características principais, como o motor bicilíndrico em linha e 91 cv, com torque em 8,76 kgfm, seis marchas, rodas em alumínio 17 polegadas, freios ABS e piscas em LED. Nesta versão básica também perde o controle de tração. 

O preço da versão básica fica R$ 4.000,00 mais em conta: R$ 33.900,00 ao invés dos R$ 37.900,00 da versão Premium.

Por fim, especula-se ainda na nacionalização da S1000RR, que teria seu preço abaixado em aproximadamente 4 a 5 mil reais. Até o momento mero boato; não tivemos nenhuma informação oficial da BMW Motorrad. Para a S1000RR é uma matemática da qual duvidamos muito. A um porque não tem suficiente volume de vendas no Brasil a justificar sua montagem aqui, ao contrário da R1200Gs e F800R. E a dois porque não se tem o que tirar de tecnologia da S1000RR para reduzir o preço da mesma. Qualquer coisa que se tire da moto, simplesmente "estraga" a mesma, colocando-a no lugar comum de outras superesportivas, posto que a S1000RR não pretende jamais ocupar. Ela sempre foi muito além do lugar comum, deixando as outras reles mortais em sua maioria nipônicas para trás.

E você? Já escolheu sua BMW? 

Até breve!


Crédito das fotos: 
Google images


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terça-feira, 12 de maio de 2015

BMW S1000XR, um espetáculo de moto!

A BMW Motorrad, que não é boba nem nada e sabe medir bem quais de suas motos são sucesso de vendas, observou que a sua superesportiva sempre teve ótima saída, apesar do valor elevado, além da maioria das existentes no mercado de mesma categoria. 

Desde 2010 que a S1000RR e após sua naked S1000R, vende bem, pelo que a BMW Motorrad deve ter ficado com a pulga atrás da orelha pensando no que mais poderia fazer com o motor elástico de sua superbike. 

 
Nessa linha, viu a aposta da Ducati na Multistrada (sendo que muitos "ducateiros" levantam da poltrona para gritar que a XR é uma cópia descarada da Multistrada) e de outras (como a KTM, que alguns dizem ser concorrente da BMW Motorrad) em motos que são verdadeiras "fun bikes", ou um misto de big trail com superesportiva. 
Em agosto do ano passado, aqui no nosso blog, já falávamos desta moto, à época com nome ainda indefinido. CLIQUE AQUI
Agora, em definitivo, a BMW Motorrad apresenta ao público a S1000XR!
Considerada como uma "crossover", como já falamos há quase um ano, carrega como seu coração o mesmo motor de quatro cilindros que sua superesportiva, de 999 cm³, DOHC, com potência de 160 cavalos a 11.000 rpm e torque de 11,2 kgfm a 9.250 rpm, montado em um quadro de alumínio.

Segundo a BMW a moto tem ao mesmo tempo uma proposta esportiva e aventureira, com o que há de "top" em termos de tecnologia e segurança ativa.
Dispõe ainda dos modos de pilotagem (Rain e Road), controle de estabilidade Automatic Stability Control (ASC), Controle de tração Dynamic Traction Control (DTC) e sistema de freios ABS de última geração, havendo ainda a opção de ESA (Eletronic Suspension Adjustment), velha conhecida da R1200GS Adventure, sistema este que, quem já utilizou, sabe que vale cada centavo. 
 
Confortável como uma GT (Grand Turismo) e ao mesmo tempo com o desempenho de uma moto esportiva, vai bem mesmo dentro da cidade. Enfim, espetacular!

O valor desta máquina? 

Até o momento não foi divulgado e, naturalmente, nem se virá ou não para o Brasil (o que segundo rumores, já se confirmou, pois aqui é um mercado excelente para este tipo de moto, levando em consideração nossas estradas esburacadas...), mas provavelmente vá ficar entre o valor da S1000RR e da S1000R, lá pela casa dos R$ 70.000,00 portanto. 

Caro? Barato? 

Aí vai do gosto - e sobretudo do bolso - de cada um.



Mas que é um espetáculo de moto, isso não se discute mais!

Até breve!

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terça-feira, 5 de maio de 2015

Uma moto BMW de 300cc - Jogada de Mestre ou Tiro no Pé?

Para quem está por dentro do mundo das motos, já não é mais novidade: a BMW Motorrad irá lançar em breve no mercado uma moto de 300cc, contrariando todo um histórico anterior, onde sempre primou por motos de alta cilindrada, não tendo nada com menos de 650cc, como a G650GS.



Em princípio, só o que se tem notícias até o momento é da parceria firmada pela BMW com a marca indiana TVS, esta um tanto desconhecida - se não por completo - de nós brasileiros. 

Fato inegável é que a BMW Motorrad ingressa agora na categoria de motos abaixo de 500 cilindradas, o que é visto de saída com maus olhos por muitos adoradores da marca, acostumados com motos "Premium" altamente valorizadas, já que a marca sempre foi sinônimo de status e, portanto, de motos bastante caras. Não faltam nem os mais radicais que digam que vão abandonar a marca por conta desta decisão.

Claro, que o fato de estar sendo lançada inicialmente com e na parceria indiana, não quer dizer - muito pelo contrário - que não virá, ou que virá, para o mercado brasileiro, sempre ávido por novidades, sobretudo no que tange ao nichos de motos de baixa cilindrada, onde até o momento a Honda reina absoluta, com pouca expressividade da Yamaha e praticamente nenhuma por parte das outras marcas que teimam em oferecer motos concorrentes.    

Claro, que o fato de ser uma moto de apenas 300 cilindradas pode ser um "tiro no pé" para a BMW, que sempre primou por produtos e pelo segmento premium, com, naturalmente, clientes exigentes que tem capital suficiente para pagarem por exclusividade. 

Claro, que o fato de estarmos vivendo numa crise global em termos de economia, faz com que as empresas que queiram sobreviver tenham de ser "criativas", ainda que essa criatividade possa ser um tanto temerária se não dosada convenientemente, sendo então a continuidade da firma em tempos tão difíceis verdadeira jogada de mestre, digna dos melhores enxadristas, onde todos os movimentos devem ser friamente pensados e estudados, sob pena de xeque-mate. 

Claro, que olhando só pelo lado do consumidor, em tese concorrência é concorrência!



Mas depende sempre - e isso alguns não enxergam - de que lado você está ou que lado quer ficar, se quer seguir em frente ou dar as costas aos acontecimentos reais que aí estão e são inegáveis...

É bom? É ruim? 

Talvez só o futuro dirá. Porque o presente...

Até breve!

 



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quarta-feira, 15 de abril de 2015

Mais um recall da BMW Motorrad - veja se sua moto está na lista

Faz quase um ano que escrevemos sobre os inúmeros recalls da BMW Motorrad. PARA VER, CLIQUE AQUI!

Agora, a BMW Motorrad aparece com mais um recall, envolvendo não centenas, mas milhares de motos, ou seja, uma grande maioria das dotadas de eixo cardã! Coloque então nesta lista os modelos K1200GT, R e S; K1300GT, R e S; R 1200 GS e Adventure; R1200RT, fabricados entre novembro de 2003 a abril de 2011.


E tudo porque o aperto excessivo - fora do torque recomendado - nos parafusos da roda traseira "podem" ocasionar fissuras e o rompimento da flange. 

Veja bem...

A BMW Motorrad está gastando MILHÕES porque o aperto demasiado, que, sejamos sinceros, pode inclusive não ter sido feito por uma concessionária BMW (afinal, quem é que troca pneu em concessionária???) pode ocasionar fissuras no flange da roda traseira? 

Mas peraí!!!

É ÓBVIO que um aperto excessivo em qualquer parafuso que seja pode espaná-lo e rompê-lo, bem como danificar o componente que o mesmo prende ou sobre o qual ele está preso!

Então porque a BMW assume o risco de um serviço e/ou dano que, quiçá, nem tenha sido ocasionada por ela?

Todos surpresos...

Eu não. O nome disso é RESPEITO!

Algo que se houvesse por grande parte dos fornecedores de serviço e, sobre e acima de tudo pela própria população, seria a salvação desta nossa nação! Mais do que na hora.

Por essas e outras que eu sempre prefiro uma moto BMW!

E você? Vai na TOP ou na outra?

Até breve!!!

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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

INDIAN MOTORCYCLES NO BRASIL (???)

Desde ano passado, a Indian vem dando notícias de querer ingressar no mercado Brasileiro, para brigar com sua eterna rival, Harley Davidson...


Para quem não sabe, a Indian surgiu ANTES da Harley Davidson, a primeira em 1901, enquanto a segunda somente 2 anos depois, em 1903. 

Através do grupo Polaris, dona da marca também no exterior, até final deste ano de 2015, a empresa promete estar com suas motos no território brasileiro, trazendo dor de cabeça para a sua concorrente mais próxima. O que se espera, por óbvio, é que venha com preços competitivos, abaixo dos modelos "similares" da Harley Davison, se é que se pode dizer haver alguma similaridade entre ambas marcas. 

De tudo, nota-se que a Indian sempre apresentou excelente qualidade em suas motos, havendo - assim como acontece com a Harley Davidson - motos da marca de mais de 50 anos atrás ainda hoje rodando como se fossem novas, sem apresentar quaisquer problemas mecânicos de nota que viesse a impedi-las de rodar diariamente. Há os apaixonados que defendem ferozmente ser a Indian "muito mais moto" do que as Harley Davidson's, apontando que o acabamento das mesmas é infinitamente mais primoroso, bem como que a matéria prima utilizada é superior a das Harley's. Assertivas, claro, muito discutíveis, dependendo puxar a brasa para o assado do lado que se está. Tudo é sempre uma questão de paixão quando se fala em motos! 

Vá lá que a Indian volta e meia anda meio desaparecida, mas isto se dá por conta de sua história, e quiçá, até mesmo pela figura e marca "indígena" que não foi muito feliz em agradar o governo americano que - ao contrário do que aconteceu com a Harley Davidson, a qual em épocas de crise foi socorrida financeiramente pelo governo - não socorreu a empresa nas épocas de dificuldade. Se por um lado não teve ajuda, por outro então pode se dizer que "não se dobrou" ao que o governo ditava, não se sujeitou de nenhuma forma ao mesmo. E, ainda que com dificuldades e períodos de "estiagem", sobreviveu, com toda a força que só uma "indígena" tem. 

Não é para menos que o logo da marca é o busto de um índio, de cabeça sempre erguida olhando para cima. 

E se a Indian não representa exatamente o "sonho americano", continua sendo símbolo de "rebeldia", talvez em sua mais pura forma, nas linhas fluídas que apresenta. Afinal, nem sequer ao governo dá maiores explicações e segue em frente de seu jeito, por mais difícil que isso seja. 

Por tudo isso, não é para menos que tem uma legião de fãs. Provavelmente bem menos do que os da Harley Davidson, mas não é moto a se desprezar. 

E você? Está ansioso para ver o que a Indian trará para nós brasileiros? 

Até breve!



Crédito das fotos:
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