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quinta-feira, 29 de setembro de 2022

Restrições para ingressar nos EUA irão acabar!

Recentemente, no início desta semana (26/09/2022), recebemos a notícia de que as restrições para entrada no CANADÁ acabaram, ou seja, agora, independente de vacinação ou não, qualquer pessoa pode ingressar no país, em especial à turismo. Igualmente, não mais se exige sequer o teste PCR ou vulgarmente conhecido como teste da Covid. 


 

O Canadá reconheceu que os casos "importados" da doença não influenciam mais nos dados de evolução da pandemia no país, onde mais de 90% da população já está vacinada.

Com isso, a probabilidade de que nas próximas semanas as restrições caiam também nos Estados Unidos é muito grande. Espera-se que, à exemplo do que ocorreu no Canadá, logo mais não se exija vacinação para ingresso nos EUA, ou mesmo testes de COVID-19 (este para pessoas vacinadas não estão mais sendo exigidos). 


 

É claro que para isso talvez seja necessário aguardar um pouco mais, já que a taxa da população vacinada nos EUA chega próximo de 70% apenas. 

E você? Já está com sua vacina em dia ou vai aguardar que caiam todas as restrições? 

Conte para nós!

E vamos rodar na Route 66.



domingo, 22 de maio de 2022

Finalmente voltamos para a Route 66!

Em abril deste ano, no mês passado, voltamos para a Route 66 mais uma vez, depois de 2 anos em casa só sentindo saudades...


E já se vão nisso mais de 10 passeios por lá. De novo? Parece que tudo, pois cada vez é diferente, cada vez que a gente vai descobre alguma coisa que ainda não tinha visto. Enquanto algumas infelizmente se vão aos poucos, cada vez mais deterioradas pelo tempo e pelo descuido, como o Bagdá Café, outras parece que vão resistindo aos anos e se renovando, como o Roy's... E nesses altos e baixos da "Mother Road" a gente cada vez vai se apaixonando mais pelo lugar.

Aí que nossos clientes que viram amigos invariavelmente, acabam voltando. Eu costumo dizer que se pode passar uma vida inteira conhecendo os recantos da Route 66, que contém em sua alma quase toda a história dos Estados Unidos. Um marco, um ícone, um sonho que vai serpenteando pelas colinas, desertos, planícies. Que em lugares mais remotos lhe mostra a vida que ali outrora existiu, como os inúmeros Motéis que olhos atentos podem ver pelo caminho. 


Muito longe dos tradicionais Best Western's ou Travelodge's, são estes Motéis históricos que fazem a gente respirar a história. Não que seja necessário - ou mesmo recomendável - se hospedar por lá, o que deixaríamos apenas para aqueles apaixonados que percorrem a Route 66 de longa data e no caso de uma viagem solo, mas passar para reconhecer estes marcos, é coisa que todo viajante que se preze deveria fazer! Ou... Não pode dizer que realmente conheceu a Route 66. 

E a gente já sai de lá pensando quando irá voltar! Claro, saímos sempre com data certa para retornar... Contando os dias ao saber que em setembro tem mais! Rever os burricos da cidade fantasma de Oatman, visitar sua lojinha de artigos de couro, para comprar mais uma luva excelente para pilotar (já que os amigos sempre acabam ficando "sem querer" com as nossas...) e comer o sorvete que só tem no Oatman Hotel, vendido pela simpática senhora tatuada. 

Subir a ladeira de Calico, comer uns amendoins no restaurante de lá, jogando as cascas no chão... Na vinda, parar em Baker, deixando as motos no lugar de sempre enquanto se atravessa a estrada para algum restaurante dos arredores, ou mesmo só comprar um jerkey na "casa" dos aliens, sempre reclamando (faz parte da brincadeira!) dos USD 9.00 cobrados por um saquinho com meia dúzia de lascas de carne seca...

Parar depois da serra negra em Cool Springs, rever as quinquilharias e se surgiu algo de novo, assim como em Hackberry. Em Kingman a gente já tem lugar - e o lanche certo - para ir e para pedir. Ohhhh como demora pra vir o pedido no Mr Dz's! 

E em Williams vamos comprar mais uma plaquinha para lembrar a viagem no Cruiser's...

Enfim, vamos sempre! E de novo. E mais uma vez...

Quer vir com a gente e conhecer o melhor da Route 66*? Tem certeza? 


Olha que você pode se apaixonar também, hein? 

Depois não diga que eu não avisei! 

 

texto de Flávio Diehl

22/05/2022

*informações e folder completo no WhatsApp (13) 99151-1711






sábado, 5 de fevereiro de 2022

Williams, Tusayan ou Flagstaff? Onde pernoitar na Route 66 próximo ao Grand Canyon

Quando se roda pela Route 66, desde Los Angeles ou Chicago, ou mesmo na versão "Experience" como são alguns dos Tours da A&K Motorcycle Rentals (Instagram @aekmotos), muitos ficam na dúvida de onde parar para no dia seguinte visitar o Grand Canyon ou simplesmente descansar após muitas fotos no local. 


Neste ponto, basicamente, temos três lugares de parada, sendo eles Tusayan (ao lado ou praticamente dentro do Parque Nacional do Grand Canyon), Williams (a cerca de 1h de distância da entrada do parque) ou Flagstaff (a cerca de 1h30min da entrada do Parque). Todos tem suas vantagens e desvantagens... Nós geralmente escolhemos parar em Williams, pelas razões que logo mais explicamos. 

Começando por Tusayan, embora seja uma cidade praticamente DENTRO do parque e muito bem cuidada em termos de ruas, limpeza, trânsito e tudo mais que se espera de uma cidadezinha nos Estados Unidos, é um tanto - ou muito! - complicada de logística. A um, justamente por estar em uma região de preservação permanente, tem pouquíssimos estabelecimentos comerciais, sejam restaurantes, mercados ou mesmo hotéis. A dois, que com poucas opções, além de tudo ser muito mais caro (desde o combustível), tudo está em geral muito distante, lhe obrigando a pegar o carro ou moto para qualquer lugar que queira ir fora do hotel. Alguns hotéis, inclusive, ficam "no meio do nada", ou da floresta de pinheiros típicas da região. Para quem gosta do isolamento e do contato direto com a natureza contudo, pode ser uma boa pedida!

Já Flagstaff, embora seja uma belíssima e aprazível cidade, está um tanto distante do Grand Canyon. Acredite, rodar meia hora a mais no frio da manhã que geralmente se apresenta, faz MUITA diferença. Assim, salvo se você estiver vindo de Chicago (rumo a Los Angeles), fazendo portanto toda Route 66, para entrar no parque via Grand Canyon Junction, não vale a pena parar em Flagstaff para ter de "voltar pra trás". No mais, fora esse fator, recomendamos a cidade!

Por fim, Williams, nos parece sempre ser a melhor opção! Além de cortar a Route 66 ao meio, está "na cara do gol". De Williams, por uma bela estrada rodeada de florestas em grande parte, você acessa o portal do Parque. Como se não bastasse, Williams é uma típica cidadezinha do "velho oeste", ou, típica do interior dos Estados Unidos! Bares escondidos com frequentadores locais aqui e ali, hotéis às dezenas para que você escolha o que melhor se encaixa em seu orçamento, restaurantes quase todos ao lado de seu hotel (e com variedade para tudo que é gosto), lojinhas de souveniers e muito mais! Eu, particularmente, posso dizer que sou apaixonado por Williams! Se ficar por lá, minha dica é pegar inclusive um hotel SEM café da manhã, para aproveitar um dos cafés tipicamente americanos servidos nos estabelecimentos do entorno! 


Dito isso tudo, o que não se pode deixar de pontuar é que a Route 66 de qualquer maneira lhe deixa apaixonado. 

Se você é motociclista, é quase um crime não conhecer a "Mãe de Todas as Estradas". Se você é um apaixonado por viagens, de igual forma!

E você? 

Está esperando o quê para vir rodar pela Route 66? 

Get your kick´s on Route 66!

(Para folder completo dos próximos Tours, solicite sem compromisso no WhatsApp (13) 99151-1711)



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Hi Sahara Oásis, Route 66 - em Essex, Fenner ou Goffs, afinal?

 O Hi Sahara Oásis é mais uma parada obrigatória, ou não - e isso a gente já explica - em nossos Tours pela Route 66, com suas particularidades únicas, a começar quanto a dúvida de sua localização exata... Uns defendem ficar na localidade de Goffs (por estar na Goffs Road), outros em Essex (até por ter um paradouro a menos de milha dali chamado por paradouro de Essex) e finalmente os que afirmam estar em Fenner (pois aparentemente é o que indica no Google Maps).


De certo mesmo temos que é um lugar muito agradável para se parar, e as sombras proporcionadas pelas árvores e palmeiras do local é sempre única e refrescante. A verdade é que lá pelas tantas você fica em dúvidas quanto a entrar e se refrescar no ar condicionado, sob os olhos atentos dos funcionários que lá estão, ávidos para que você consuma algo e não fique só "moscando" além de "gastar" a refrigeração que está à todo vapor. A cada vez que você entra ou sai, um olhar ora fulminante, ora agradável. Nunca se sabe! 

E no mais, a mensagem é bastante clara e nos faz refletir. Em uma tradução rápida, o cartaz diz algo como "Nossos custos são extremamente altos. As entregas são cobradas em dobro neste local. Existe um vasto deserto de quase 100 milhas, sem nenhum serviço. Então por favor, não reclame dos preços. Você tem a escolha de ser um cliente ou não. Nós estamos aqui para sua conveniência. Obrigado por ajudar uma empresa familiar.". E logo abaixo, completa em letras garrafais e gigantes: "Banheiros são apenas para clientes que pagam...". E logo penso:

- Faltou o "por favor não insistir", pois não raro a gente vê por lá algum cliente "sorrateiramente" procurando o banheiro, sem absolutamente nada ter comprado ou consumido. 

Pois sim! Os preços são extremamente altos! Mas... Estão certos! E a gente que é empresário fica pensando porque mesmo cobrando sempre preços justos volta e meia ouvimos reclamações, ainda que em roda de nosso negócio encontremos um verdadeiro "deserto", com ninguém se prestando a oferecer o mesmo serviço que nós, já que, claro, é difícil até mesmo estarmos abertos em tal lugar. E no mais, como dito, o cliente sempre tem a escolha de ser um cliente, ou não! 

Então a gente conclui que reclamar é do ser humano... Nunca nada está bom. Todos querem o melhor, exigindo o menor preço. Como se isso fosse possível! Não enxergam que do outro lado do balcão existem pessoas, a um tentando sobreviver em um ambiente hostil, e a dois que estão ali apenas e tão somente para lhe servir. Porém, como eu sempre defendo, podemos ver o copo meio cheio ou meio vazio. Depende da perspectiva e um tanto do estado de espírito.

Mas para rodar na Route 66 antes de qualquer coisa você tem de ter um espírito livre, para se dizer o mínimo! Livre de preconceitos, livre de "frescuras", livre de exigências infundadas, livre muitas vezes de seu próprio corpo para não sofrer tanto, seja com altas, seja com baixas temperaturas. Seja por vezes por longos trajetos sem muita coisa para se ver, seja de outras paradas a cada 10 minutos de tanto que há para admirar. 

Como costumo também falar, temos quem veja na Route 66 apenas uma velha estrada, com velharias inservíveis, dignas de relicários, coisas e pessoas totalmente antiquadas, que parecem ter parado no tempo e que definitivamente se recusam a aceitar que o mundo mudou. Certamente se questionando: mudou para o quê? Será mesmo que foi para melhor? O que é esse tal de maldito "novo normal" que agora tanto falam? Normal é quando todos nós vivíamos em paz, cada um respeitando a loucura do outro, quando ninguém nos dizia o que deveríamos ou não fazer. Quando cada um decidia quanto a sua própria vida. Ou morte... Quase que consigo tirar uma radiografia dos que ali estão! E para estas pessoas que não entendem a Mother Road há uma solução geralmente ali bem do lado! A Highway 40, ou, via expressa. Onde você corre mais, chega mais rápido, e a sua frente só tem o asfalto negro a lhe desafiar. Mais nada. Simples. 

Estes apressados - que não andam e nem nunca andarão conosco - chegarão ali e só irão enxergar mesmo os altos preços... Enquanto se escondem como ratos pelos cantos procurando onde está o banheiro para fazer o número um...


Eu, geralmente tomando um refrigerante em uma mesa à frente dos freezers gigantescos do local, observo quieto e me divirto, enquanto aguardo nossos clientes se refrescarem antes de seguirmos para nossa próxima parada, em Goffs ou em Needles, onde pernoitamos. 

De tudo, o certo é que a vida passa rápido. Que tudo tem seu preço. E que você sempre pode escolher entre viver a vida ou não. Como bem diz o cartaz, você tem a escolha de ser um cliente. Ou não! 

A escolha, afinal, é sempre sua! 

E você? Escolhe o quê? Conhecer a Route 66 ou não?

 

Flávio Diehl

A&K Motorcycle Rentals

Para Tours pela Route 66, desde USD 500.00 para garupa, solicite o folder no 

Celular/WhatsApp (51) 99293-4447 ou direct do Instagram @aekmotos

domingo, 6 de agosto de 2017

BMW G310R finalmente no Brasil! Vale a pena?

Depois de muita espera, a BMW G310R, finalmente, chega ao Brasil, para ser usada no dia-a-dia, marcada de saída pelo seu monocilíndro, que de cara encanta a muitos, sobretudo aqueles ávidos por uma boa moto econômica e disposta a tudo. 



Inegavelmente bonita, difere bastante de outras motos já existentes no mercado, tendo um valor justo para a cilindrada que apresenta, ainda mais por ser de marca Premium, que por si só já vende. 

Leve, com apenas 159kg em ordem de marcha, é bastante maleável, apta às ruas da cidade, e encara trajetos curtos de estradas sem maiores problemas, quando não se exige maiores velocidades. 

Claro que, como toda monocilíndrica, pode fazer falta um motor mais agressivo para aqueles pilotos acostumados com motos de grandes cilindradas e vários pistões, ainda mais quando utilizada na estrada por longos trajetos. O que parece não ser exatamente a "praia" deste modelo, ao contrário de suas irmãs um pouco maiores como a F800GS, F800R ou mesmo uma S1000R, o que, por óbvio, é comparação que nem deve ser feita. 

O fato é que a G310R proporciona exatamente o que interessa. Nem mais, nem menos. Boa velocidade de cruzeiro, assento ótimo para o tamanho e comandos sempre à mão. Uma moto ideal para quem não tem grade estatura, o que deve agradar bastante ao público feminino e aos pilotos de pernas não muito compridas. Se vira muito bem no trânsito urbano, e dá a franca impressão de que se está a pilotar uma "125" qualquer, mas com muito mais arrancada e força para deixar para trás todos os carro e motos quando o sinal abre. 

Notavelmente bonita, lembra um pouco motos maiores como a "batida" Hornet da Honda. Já se sabe que no mundo das motos tudo se transforma, e no caso das motos da BMW sempre para melhor. A fórmula que funciona jamais deve ser radicalmente mudada! 

Traseira levemente elevada, remete às motos esportivas, complementada pelos plásticos da lateral com linhas que dão a impressão de movimento e também de cortar o ar. Ângulo de cáster curto, é garantia de alta manobrabilidade. 

O centro de gravidade foi jogado bem para o meio das duas rodas da moto, favorecendo ainda mais a agilidade. E a segurança se complementa com ABS e freios excelentes, sendo o disco de 300mm de diâmetro, calçado por 4 potentes pistões, mais do que suficientes para parar a máquina em curto espaço, principalmente quando o piloto sabe utilizar também do freio traseiro à disco (240mm de diâmetro), desta feita mordido por dois pistões contrapostos.

Por fim, um painel de LCD com todas as informações necessárias complementa com maestria a BMW G310R, que instiga o piloto a acelerar só para ver os números mudarem rapidamente. Alguns mais saudosistas podem até estranhar, de saída, a falta do tacômetro analógico, o que logo se esquece nos primeiros quilômetros, já que a linha de rotações está bastante visível, além do próprio motor já dar o tom de a quantas anda, como todo monocilíndrico com sua vibração característica, que faz bons pilotos saberem exatamente a hora de trocar de marcha para fazer a mesma rodar redonda. 

Ainda não tivemos oportunidade de conferir dados como a autonomia da moto, mas pelo que ela propõe, certamente deve fazer algo entre 25 e 30km/litro, a depender da tocada do piloto. O que com seu tanque de 11 litros a leva a uma autonomia de mais de 300Km, excelente!

Enfim, para quem quer pagar preço justo e ter uma moto para o dia-a-dia e viagens curtas, ainda não foi criada moto melhor. Não temos dúvida alguma que a G310R veio para incomodar as concorrentes e surpreender. E muito!!!



Preço? Cerca de R$ 21.900,00. Simplesmente um preço justo. 

E você? Vai de BMW G310R?

Nós vamos!!!


Crédito das fotos:
Google Images - BMW Motorrad



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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

BMW G310GS - Uma mini-trail da BMW?

A BMW G310R nem chegou ao Brasil e já há quem "especule" (???) a chegada de uma mini-trail da velha e boa família GS. Trataria-se da G310GS. Será?


Fato é que a fofoca talvez tenha um fundo de verdade, pois seja por "brincadeira" seja por verdadeiros estudos por parte dos engenheiros da BMW e necessários "test drives" reais, vazaram fotos de "paparazzis" sobre três motos que seriam a irmã caçula de todas as GSs, o que não duvidamos seria capaz de atrair muitos compradores principalmente aqueles que nunca tiveram uma GS antes e se assustam com o porte da F800Gs e R1200GS. 

E as revistas especializadas - sobretudo estrangeiras - não parar de nos brindar com novas fotos... Aqui no Brasil, em primeira mão vamos trazendo para nossos amigos e clientes a novidade e primeiras imagens.

Aliás, quem já despertou algum interesse e pretensão quanto a "nova" G310GS (que por hora nem existe), é só aguardar um pouco mais para ver se é verdade. No máximo, diríamos, um ano ou um par deles. Falam os especuladores que em março - sim! Daqui há míseros 5 meses!!! - a mini-trail já deve estar aportando, ou melhor, sendo contruída no Brasil. 

De diferente deve contar com um curso de suspensões maiores que a sua irmã estradeira G310GS, bem como roda com ao menos aro 19 na frente e 17 atrás. Uma versão com rodas raiadas não seria mal, mas a exemplo do que acontecia com a G650GS, parece não ser o caso, até porque rodas raiadas sabidamente são mais caras do que as "normais" de liga. E como a idéia é pegar um público de entrada que não quer gastar tanto... 

O motor não deve ser mexido. O quadro deve experimentar poucas mudanças, assim como provavelmente a carenagem que fatalmente deve ganhar o famoso "bico de pato" característico da família GS, outro item aliás que faz muitos adorarem a versão enquanto leva a outros virarem a cara e criticarem tal estética. E ainda, por outro lado, muitos a imitarem. E falando em imitação, certamente não faltará quem diga que a BMW imitou descaradamente a Honda XRE 300 com alguns anos de atraso. 



Logicamente, muita gente há de torcer o nariz, pois a BMW que sempre foi uma marca "Premium", aos poucos vai buscando um nicho "comum", seja para se manter no mercado, seja para alavancar suas vendas. 

E você? Vai de mini-trail aí? 

Até breve!


Crédito das fotos
Google Images


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segunda-feira, 6 de junho de 2016

A BMW F700GS finalmente está chegando!

Finalmente nos chegou a excelente notícia do lançamento no Brasil da já há muito conhecida em outros países BMW F700GS!



Porém, como tudo tem um lado bom e o ruim...

Com a chegada da F700GS a G650GS será descontinuada, para tristeza de alguns. Isso significa que agora o consumidor terá de optar ou pela G310R ou depois desta somente a F700GS. Assim, a G310R fica como única monocilíndrica da marca. 

Tudo  porque apesar de ser chamada de "700", em nada muda seu motor para a F800GS, contando com o mesmo motor e mecânica da F 800 GS, com seu motor bicilíndrico, 798 cc,  câmbio de seis marchas mas "amansado" em 10 cv a menos. Na F700GS são 75 cv a 7.300 rpm, com um torque declarado de 7,85 kgfm a 5.300 contra 5 cv e 8,46 kgfm na F800GS. O que pensando frieamente tem um lado bom, já que deve levar a moto para uma maior autonomia, ainda que pequena. 

Tanque de combustível, painel, conjunto de escapamento, manoplas, espelhos, banco e diversos outros itens continuam idênticos ao da F800GS, como se pode ver das próprias fotos. Freios também são os mesmos, enquanto que o amortecedor dianteiro é mais "simples", não sendo invertido como em sua irmã mais velha, provavelmente por questões de economia.  

A F 700 GS tem ainda o diferencial o fato de ser bem mais baixa que sua irmã maior, pois conta com uma roda dianteira de liga com 19 polegadas (contra 21 na F800), o que por si só já a abaixa em duas polegadas ou 5 centímetros, além de contar com uma posição de pilotagem mais baixa, sem risers no guidon, o que auxilia pilotos menores. Lógico, por conta justamente disto desagradará aqueles pilotos de maiores proporções, que então verão na F800GS a melhor saída por alguns milhares de reais a mais a bancar na 800. 

Este lançamento deve ocorrer junto da G310R, logo após a inauguração da fábrica da BMW em Manaus (AM).

E o preço?


Algo em torno de 35 e 37 mil reais, já que está a um patamar acima da G650GS e um abaixo da F800GS. 

E aí? Vai encarar a baixinha?

Até breve!


Crédito das fotos
Google Images

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segunda-feira, 16 de maio de 2016

Fábrica da BMW Motorrad no Brasil!!!

Agora é oficial! 
 
A BMW Motorrad está abandonando a parceria com a Dafra para finalmente inaugurar uma "fábrica" (linha de montagem) própria, em Manaus. Da linha de montagem sairá a novíssima BMW G 310 R, e os demais oito modelos já montados via CKD no Brasil.
 
 
 
O lançamento da G 310 R está previsto para o segundo semestre deste ano.  
 
É a própria BMW Motorrad quem avisa por seu Presidente Stephn Schaller: “Com nossa estratégia de crescimento global, reforçamos nossa presença em mercados emergentes como o Brasil. Nesse contexto, a G 310 R desempenhará um papel fundamental na atração de novos públicos para a BMW Motorrad".
 
Sobre a BMW G310R falaremos mais detalhadamente tão logo tenhamos acesso à moto, mas de saída se vê que será bastante apta aos deslocamentos sobretudo dentro das cidades, onde um motor com 300 cilindradas dá mais do que conta do recado. 

Para as viagens maiores, só escolher os outros diversos modelos oferecidos, como a BMW R1200GS ou a imbatível F800GS, moto que com cases laterais instalados e um bom GPS Garmin Zumo acoplado leva facilmente o motoaventureiro a quaisquer destinos longínquos, a exemplo de Bariloche, Las Leñas, Mendoza e até mesmo Ushuaia, no fim do mundo.

Inegável que o mercado brasileiro vem se mostrando muito promissor para o segmento das duas rodas. Ótimo saber que a BMW Motorrad está sempre atenta a este movimento e aos anseios do consumidor brasileiro. Resta saber se saberá respeitá-lo também com relação aos preços praticados, coisa que vem fazendo bem ultimamente, equiparando o valor de suas motos aqui com os que vemos lá fora, ao contrário do que acontecia anteriormente, quando havia grande discrepância de valores. 

Nós, da A&K Motorcycle Rentals ao momento que parabenizamos a BMW pelo respeito ao consumidor, dando-lhe maiores oportunidades de escolha, nos colocamos ao lado da mesma em parceria para oferecer à locação as motos da marca. 

Assim, em breve teremos à disposição de nossos clientes também a BMW G310R, como nossas outras motos, totalmente equipada e apta à viagens. 

E você? Já escolheu a BMW que pilotará? 

Até breve!


Crédito das fotos: 
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Alta dos preços das motocicletas - ou "Ringo não Perdoa!"

Volta e meia quando vou escrever sobre motocicletas, vem algo a mente que em um primeiro vislumbre não tem nada a ver com o que quero discorrer... Mas num segundo, sempre tem! Caso recente é da lembrança do "faroeste" intitulado para o português como "Ringo não Perdoa", que em sua versão original teria na tradução livre algo como "Por um punhado de dólares a mais...", este sim, bem mais sugestivo para nosso tema. 


 Fato é que desde janeiro do ano passado (2015), já venho alardeando que as motos do segmento "Premium" sofreriam com a alta do dólar (leia na íntegra AQUI!!), e isso quando o dólar passava de "míseros" R$ 2,30 para R$ 2,70... A verdade é, portanto, que esta alta demorou a acontecer.

E verdade também que tomei um belo susto quando vi a Harley Davidson Fat Boy Special reajustada para mais de R$ 70.000,00 (setenta mil reais) e na esteira dela todas as outras da marca, numa média de mais de 20% (vinte por cento) o que é um tanto quando se sustenta que a inflação estaria a mixurucas 10 e poucos por cento no último período de 12 meses (aliás gostaria de saber COMO calculam a maldita inflação "oficial", pois não vi NADA subir só 10 e picos porcento!).

Justificável? Sim!

Viável? Talvez não. Ou melhor, para alguns não... Não mais!

Voltamos todos ao lugar de antigamente, quando motos de marcas consideradas premium eram exclusividade de quem tinha alto poder aquisitivo. Não era para qualquer bico as Harley Davidson's e BMW's, dentre outras. 

E pelo jeito, voltará a não ser para qualquer bico! Aguardemos os novos preços da BMW Motorrad...

Isso é bom? É ruim? Não sei... Mas vamos aos fatos! Aumentou TUDO! Como você queria que as motos não aumentassem de preço? E nem fique muito espantado, pois pode vir mais aumento por aí ainda!


Ah... Mas aí não vai mais ter comprador, dirá você. Ledo engano! O público "premium" sempre consumirá produtos premium, independente de quantos centavos a mais o produto vá custar. Até mesmo porque não há concorrente a altura. Similar? Talvez... Que se possa equiparar? Bom... Tem a Indian, no caso da Harley... Essa com preços maiores. Então... A Harley está no preço! Ponto!

Assim, a Sportster foi de 36 mil e uns quebrados para R$ 42.000,00; a Forty Eight de quarenta mil e um pouquinho (ou não chegava a 40?), para R$ 50.700,00; a Fat Boy de 50 e picos mil para praticamente R$ 70.000,00 (R$ 69.900,00); a Street Glide que se não me engano custava em torno de 70 e algo mil para (extorsivos?) R$ 90.400,00 e... Enfim... Preços de chorar! Literalmente!  

Logicamente, tudo é sempre e invariavelmente uma questão de ponto de vista. Tudo está caro ou é você que ganha pouco? 

Nada importa, pois, afinal, por um punhado de dólares a mais, Ringo não Perdoa!

Até breve!

Crédito das fotos: 
Google images


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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Impressões da F800GS e G650GS - Um "teste realista"

For english version, click HERE!


Uma de minhas princiais críticas quanto a "testes de revistas" é que geralmente são testes "isolados", "encomendados" e "tendenciosos". Explico...

"Isolados" na medida de que quem testa uma moto, geralmente não é a mesma pessoa que testa a outra ou ao menos estea não as testa no mesmo período. Então, de minha parte, não consigo ver como válido um teste que foi feito na F800GS por um determinado piloto comparado a outro que vai na G650GS, ou então com um interregno de mais de semanas. Afinal, como vai comparar com o que não experimentou realmente ou não lembra mais? "Encomendados" porque não é preciso ser gênio para saber que muitos dos testes são pagos pelas fabricantes, para melhorar as vendas, a imagem da marca, etc., enfim, promover a moto em questão, colocando-a como a melhor entre as melhores da categoria. E, finalmente, "tendenciosos" porque os pilotos normalmente são experts em pilotagem, o que não condiz com nossa "média" de motociclistas que não vivem da e exclusivamente para a moto (embora isso seja sonho de muitos de nós).



Por essas e outras sempre tive o desejo de possuir a BMW F800GS e a BMW G650GS ao mesmo tempo, porque acreditava que somente assim poderia efetivamente "comparar" as duas e ajudar o potencial cliente a escolher entre uma e outra para sua viagem. Porque como eu, acredito que muitos tem dúvida sobre qual moto se adapta melhor aos seus planos, porte, tipo de viagem, de uso, etc.

Agora, com a criação da A&K Motorcycle Rentals - em seus trâmites finais para lançamento oficial - isso se tornou possível e pude alternar entre uma e outra até as suas primeiras revisões.

E já de saída posso dizer, antecipando tudo, o seguinte: não se pode comparar o incomparável!


A BMW F800GS  

Minha primeira impressão, quando tirei ela da concessionária, não foi das melhores. É o tipo da moto que
você - se como eu vem de uma moto maior, como a R1200GS Adv ou outra 1200cc qualquer - de início acha "fraca". O motor parece não condizer com o porte dela. Aliás, este um ponto que de cara me impressionou positivamente: o bom porte da moto apesar de ser "só" uma 800.  

Mas a verdade é que você começa a andar nela e percebe que estava redondamente enganado e que só teve tal impressão de motor fraco porque VOCÊ estava com "medo" da moto ou coisa parecida. Medo de exigir do motor - afinal, ela é zero! - fazendo-o trabalhar como deve: sempre cheio. Medo, ou vício pelas motos maiores anteriores, de usar as marchas como devem ser utilizadas, levando-as até um pouco mais além do que fazia com uma 1200cc.

De fraco o motor não tem é nada. 

Desde as mais baixas rotações, na marcha correta, a máquina responde bem, empurrando-a com vontade mesmo que esteja você com ela totalmente carregada e com garupa. Em poucos segundos você está ultrapassando a faixa dos 100km/h, e tem de ficar esperto para não abusar da velocidade. 

As suspensões trabalham com eficiência, seja em que terreno for, grudando a moto no chão. Nenhum desconforto ao passar por buracos ou pegar uma estradinha de terra um pouco mais castigada. Lombadas são brincadeira. Basta subir nas pedaleiras para ultrapassá-las sem nada sentir. 

E falando de ultrapassagens, está aí outro ponto positivo da moto: sempre sobra motor, ao ponto de que você pode realizar as mesmas com segurança absoluta, sabendo que sempre pode enrolar um pouco mais o cabo. 

Quanto ao conforto, é um pouco sofrido na configuração original da moto, sobretudo pela bolha pequena que em nada ataca o vento frontal. Mas um bom spoiler da Touratech ou outra boa marca qualquer, acaba com o problema de vez, e o vento passa a não ser mais incômodo. Aliás, falando de vento, mesmo tendo bom porte, nota-se que a moto em si não sofre tanto com o mesm, seja este frontal ou lateral. Tudo fruto da boa aerodinâmica da moto. Logicamente, com os cases laterais, garupa e top case expandido, a coisa muda um pouco de figura, e o vento lateral pode fazer com que você tenha de deitar um pouco para o lado dele. Nada, claro, que vá incomodar. 

Ainda no item conforto, nota-se que o banco do garupa (e essa é uma impressão da própria garupa que já andara em motos bem confortável como Buell Ulysses, DL-V-Strom 1000, R1200GS Adventure, etc.) não é item que incomode, ao contrário do que poderia se esperar de uma moto onde o banco do próprio piloto é estreito e pode enfadar em viagens mais longas, por quem despreparado ou esperando encontrar um sofazão como se tem na R1200GS, por exemplo.

Talvez por isso os "míseros" 16 litros do tanque, que, com mão leve levam a moto a uma autonomia na casa dos 300km não seja fator decisivo na hora de escolher uma ou outra moto da categoria. O fato de se contar "só" com esta litragem lhe obriga a parar de tempo em tempo para esticar as pernas, o que é prá lá de recomendável quando você não tem um banco "confort" BWM instalado, este sim a lhe permitir ficar mais horas sobre a moto. 

Fato incontroverso: quanto mais você anda na moto, mais gosta dela. Começa a perceber que a moto é leve, tem boa tocada, lhe proporciona uma velocidade de cruzeiro de tranquilos 120, 140km/h sem maiores vibrações indesejadas (que só aparecem a partir das 7000 rpm's ou acima dos 140, 150km/h), é econômica e tem ótima capacidade de carga nos cases expansíveis. É moto para você rodar em viagens mais longas sem se incomodar e/ou imaginar que você poderia estar em uma moto maior.

Se adapta a uma gama bem grande de pilotos, desde os mais baixos com seus 1,74m (como é meu caso) ou até menos na utilização de um banco baixo BMW, até 1,90m se utilizado o banco alto e/ou o rallye da BMW. Para os mais altos o que pode incomodar um pouco é a curvatura das pernas, que acaba fazendo com que os joelhos encostem nos protetores de motor que se encontram disponíveis para a mesma. E, finalmente, os muito altos que ultrapassam fácil os 1,90m e que tem pernas compridas, melhor seria partirem para a BMW R1200GS. 

Para o dia-a-dia também se mostra como boa companheira. Não tão pesada quanto uma 1200cc, mostra-se bem maleável no trânsito travado das grandes capitais e não esquenta tanto quanto a maioria das motos grandes. Seu guidon alto passa sobre a maioria dos espelhos de carros. 

Enfim, se você quer uma moto que é "pau prá toda obra", e lhe proporciona viagens agradáveis e seguras, a F800GS é a sua moto!


A BMW G650GS

Se eu tive uma impressão à primeira vista de que a BMW F800GS era uma moto "fraca" de motor, então quando tirei a BMW G650GS da concessionária piorou. Além de achar a mesma fraca agora diante da BMW F800GS, com a qual em poucos quilômetros já me acostumara e estava aproveitando bem o tudo de bom que o motor dela proporciona, o visual da G650GS é de uma moto pequena. Seu banco baixo deixa a impressão de que foi feita para quem tem menos de 1,70m de altura, e suas proporções em geral "atarracadas" depõem contra a mesma.

Porém é só subir na moto para já ir derrubando alguns "pré"-conceitos... E mantendo outros.  

De plano, se observa que a G650GS não vai bem para os de maior estatura. Quem está na casa dos 1,80m, melhor fugir da G650GS. O fato da distância das pedaleiras para o banco ser pequeno, deixará qualquer piloto de maior estatura com as pernas totalmente dobradas, o que é horrível mesmo para distâncias curtas. Viagens então de pilotos de maior porte com a G650GS, melhor nem pensar. Um banco mais alto na G650GS ajuda, mas não muita coisa, porque, em geral, a G650GS é definitivamente uma moto de pequenas proporções. 

Como qualquer motor monocicíndrico, a G650GS vibra. Quanto maior a rotação, mais vibra, a ponto de que uma viagem a uns 120km/h - velocidade que a G650GS mantém bem, mesmo com garupa, se com o motor cheio - pode se tornar um tanto cansativa não pelo conforto do banco que em geral é bastante aceitável para piloto e garupa, mas pelo "formigamento" que o mono acaba proporcionando. As pedaleiras com uma pequena borracha também não são das melhores nesse quesito. 

No off road não vai tão bem quanto a F800GS, sendo que para se escapar de situações mais críticas é necessário "chamar" mais no motor, ruidoso, que por vezes entrega um som metálico. Não é raro você ter de abusar da troca de marcha, pois a 5a. é em geral bem fraquinha, e uma lomba mais acentuada na estrada já lhe exige baixar uma marcha. 

O ponto positivo da moto é que é bastante econômica em todos os sentidos, seja no quesito peças, seja nos custos de manutenção e revisões, como também no consumo de combustível. Se na F800GS você roda 20 km por litro, na G650Gs numa tocada leve consegue de 22 a 24 km por litro, o que torna a autonomia dela bastante parecida com o da F, ainda que com um tanque ligeiramente menor.

Outro ganho da mesma está no fato de que é uma moto extremamente maleável, e você pode usar ela para ir ao trabalho diariamente, não sendo a pior escolha - pelo contrário - para viagens mais curtas. Existem os que encaram maiores viagens com as mesmas, o que não é de meu gosto que sempre prefiro um pouco a mais de motor para tornar a viagem de muitos quilômetros mais confortável. 

Substituir a bolha de fábrica dela por uma alta, é item quase obrigatório. Aliás, ambas já poderiam vir com uma bolha maior...

Os cases espansíveis e um top case original BMW, irão lhe dar boa capacidade de carga, ainda que não seja recomendável sair assim com ela para grandes aventuras. Particularmente recomendaria a moto para pilotos de baixa e média estatura e que viagem solo, sem garupa. Claro que - ao menos questionada sobre - a garupa não tem maiores queixas quanto ao seu posto, pois o banco da G é generoso com a garupa.  


Afinal, vou de BMW F800GS ou de BMW G650GS?

Como apontamos no início deste post, não se pode comparar o incomparável. 

Uma moto é uma moto, outra moto é outra moto. A F800GS não tem nada a ver com a G650GS, embora ambas estejam enquadradas na mesma categoria de motos de média cilindrada ou, como poderão dizer algumas publicações, "big trails". 

Monocilíndricas serão sempre monocilíndricas, com seus prós e contras típicos de monocilíndricas. E bicilindricas sempre serão mais agradáveis do que as mono, sobretudo em se tratando de vibração oriunda do motor.

Assim, se você tem mais de 1,75m de altura ou é o tipo de cara grande/pesado, já lhe diria prá nem pensar mais na G650GS, pois você e a moto vão sofrer um tanto, e partir direto para a F800GS. Os 25% a mais no preço são compensados pelo tanto a mais que você terá de moto. Igualmente, se o que você pretende é fazer uma grande viagem (mais de 5000km) rodando bastante diariamente, também lhe recomendaria a F800GS. Para viagens de final de semana, em contrapartida, a G650GS pode lhe atender bem, com o "plus" de que é uma excelente companheira para o dia-a-dia.

Ao fim e ao cabo, a verdade é que BMW F800GS ou BMW G650GS tanto faz, desde que você se sinta bem sobre a moto e, sobretudo, rode de moto!
E você? Vai em qual destas motos? 

Até breve!


Crédito das fotos: 
Google images e arquivo pessoal

 
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