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quarta-feira, 10 de março de 2021

Não deixe que ninguém destrua o seu motosonho!

Falo "motosonho" mas vale pra tudo... Digo motosonho ou sonho de moto, de ter determinada moto, de fazer determinada viagem de moto e por aí vai, porque pra mim a vida gira em duas rodas. Como já falei em posts passados, me parece um eterno equilíbrio (em duas rodas!?), em que você pode percorrer a estrada de sua vida de forma rápida e despretensiosa, sem ver muita coisa, ou apreciando a paisagem, curtindo cada minuto. 

Acontece que no meio do caminho sempre tem os destruidores de sonhos! E eles aparecem das mais diversas formas que você possa imaginar! Podem lhe surgir em pequeníssima escala, quase inexistente ou "inventada" (a conhecida desculpa furada), como um pneu murcho, um dia ruim em que você por algum motivo está se sentindo desconfortável e desmotivado, uma dorzinha de cabeça, enfim, preguiça, quando então você desiste de sair para viajar ou qualquer outro motivo que é de SEU domínio. Mas os destruidores de sonhos podem lhe surgir em escala até global, como uma pandemia, a exemplo do que estamos vivendo, onde tristemente algumas pessoas parecem desistir de viver e de fazer planos. Enfim, desistem de sonhar e se entregam praticamente a uma morte em vida, não se importando com o dia de amanhã, não pensando no que podem fazer HOJE para que quando tudo passar realizem mais rápido do que os demais que ficaram vagando como verdadeiros mortos vivos enquanto esperavam uma solução dos outros.

O que deveria lhe ficar claro é que ao fim e ao cabo só depende de você, e como você encara tudo. Se de um jeito derrotista, ou se um jeito otimista. Se pararmos para pensar friamente, estes destruidores de sonhos sempre estiveram por aí, para quem quer lhes dar bola. 


É desde o "amigo" que lhe diz que não vale a pena, que determinada moto ou determinada viagem está cara demais (como se o fato dele dizer ou dele medir com a régua que ele tem devesse mudar a sua vida e os seus conceitos), que não vai dar certo, que isso, que aquilo e que aquele outro. Ah... Sem esquecer a frase preferida dos destruidores: é perigoso!

Perigoso? Perigoso é ficar em casa! Perigoso é morrer no sofá! Perigoso é ver a vida passar lá fora enquanto você se esconde para todo sempre, como se isso fosse lhe salvar, quando na verdade nada mais faz do que lhe matar dia após dia. E claro, se você resolver ir contra essa maré, você não está enxergando as coisas, você é ingênuo ou até mesmo - a palavra da moda! - é um negacionista!

E fico me perguntando... E quando você assume o fracasso, aí sim você é um positivista? Negacionista para mim não é só aquele que nega, mas que enxerga tudo de forma negativa! E se assim for, podemos ver que temos muita gente assim. Na letra fria, diriam ao me rebater que negacionista é o que nega a realidade, a fim de escapar de uma verdade desconfortável. Já eu prefiro ter a consciência de que toda a realidade existe para ser mudada! 

A vida é uma eterna mudança. Uma eterna "mutação"...

Nada existe sob os céus que aqui não mude. Mesmo o diamante, uma das pedras mais duras e resistentes, está para ser transformado, modificado, mudado. Da pedra bruta ele é encontrado e lapidado, valendo um bom dinheiro. E porquê? Porque alguém, humano, resolveu que assim seria! Até, claro, essa realidade ser mudada e algo venha a lhe substituir. Então o real o deixará de ser. Pela intervenção de alguém. Não de uma "fatalidade" tão somente.

Logo, resumindo tudo, ao final, enquanto vivo, é você quem decide! 

Assim, da próxima vez que alguém lhe disser que tá caro, que não vale a pena, que você não deve fazer aquela viagem, que você não deve sonhar, lembre-se: 

QUEM DECIDE O SEU DESTINO É VOCÊ!

Não deixe que ninguém destrua o seu motosonho!

E vamos nos programar para a próxima viagem!!!

Nós já estamos! E você?

Vem com a gente!

Flávio Diehl

A&K Motorcycle Rentals - Aluguel de motos e mototurismo em especial pela Route 66



segunda-feira, 1 de março de 2021

Alugar uma moto vale a pena? Porque é tão "caro"?

Porque que o aluguel de uma moto custa QUATRO VEZES MAIS que de um carro?

Volta e meia quando algum cliente sem muitas condições financeiras ou conhecimento do mercado de aluguéis de motos nos contacta, questiona de imediato do porquê alugar uma moto sai muito mais caro do que alugar um carro... Hoje vamos esclarecer isto em definitivo para todos os que tem essa dúvida ainda!

 


De saída, há que se frisar que a conta feita pelos clientes mencionados em geral consiste em pegar o valor de um carro intermediário como um Hyundai HB20 Sedan e comparar com o valor de uma moto... Assim, imediata e inadvertidamente ele conclui que o valor do aluguel de uma BMW R1200GS Premium deveria ficar na faixa dos R$ 130,00 (cento e trinta reais) a R$ 150,00 (cento e cinquenta reais), já que um carro que custe coisa de R$ 70.000,00 (setenta mil reais) como é o caso de uma R1200GS Premium, tem tal valor!

Aqui, já parte da primeira premissa errada, pois saibam que um carro para locadoras de moto em geral tem um desconto gigantesco, já que comprados em grande volume, geralmente o fazem diretamente da fábrica/montadora, chegando o valor por conta do desconto a ser 30% (trinta por cento) menor do que você, consumidor "normal", paga ao adquirir um veículo zero quilômetro. Assim, um carro de valor de mercado em R$ 70.000,00 (setenta mil reais) para o consumidor comum, acaba custando para a locadora de veículos aproximados R$ 49.000,00 (quarenta e nove mil reais). Vem pronto (i.e., não necessitam acessórios extras) e ao final de um ano ou de determinada quilometragem são vendidos usados não raro pelo mesmo valor que adquiridos (você já deve ter percebido que TODAS grandes locadoras de automóveis tem uma revenda de usados...). Há também um incentivo fiscal para compra do mesmo, sendo que o IPVA para locadoras de automóveis, por força de lei é a metade do que você paga em seu veículo! Sabia disso? Pois é... Seguro geralmente também não é problema, já que a frota é grande, e não raro as locadoras por deterem volume de caixa fazem o chamado "auto-seguro", ou seja, não tem seguro de seus veículos com seguradoras externas, contratando diretamente serviços de reparos ou assumindo a perda em caso de dano grande no seu veículo ou de terceiros.

Já para a locadora de uma moto, aquela motocicleta BMW que custa R$ 70.000,00 (setenta mil reais) acaba saindo na verdade por coisa de R$ 90.000,00 (noventa mil reais)! E lhe explico porquê desta triste matemática...

Uma moto sai da concessionária completamente "pelada" ao contrário do que ocorre com os carros. É exigência de qualquer cliente que uma big trail, por exemplo, possua protetor de motor, protetor de carenagem, top case e cases laterais, de preferência metálicos, impermeáveis e se possível com "inner bags" (sacolas próprias para bagagem que vão dentro dos cases). Se contar com tomada para carregar o celular e suporte para este, também será apreciado. Tudo isso, logicamente, custa dinheiro... E acredite, não é pouco! Um conjunto de cases metálicos e seus suportes chega facilmente entre R$ 12.000,00 (doze mil reais) e R$ 15.000,00 (quinze mil reais), enquanto um bom protetor de motor e carenagem passa facilmente dos R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) se realmente tiver qualidade! Junte-se a isso um bom seguro, que custa em torno de 10% do valor da moto, portanto cerca de R$ 7.000,00 (sete mil reais), geralmente com uma franquia cara, sem contar que é um risco que em geral nenhuma seguradora se dispõe a assumir. Ao final de um ou dois anos, quando a locadora vai vender a moto, em geral ninguém quer, ou, quando aceita o negócio, desvaloriza a mesma, pois, afinal, foi moto de locadora, não é mesmo? Como se por isso fosse mal cuidada, o que está longe de ser verdade, uma vez que os clientes de locadoras de motos são selecionados, ao contrário de clientes de locadoras de carros, já que mais em conta, e mais acessíveis a maioria dos condutores! 

Incentivo por parte das montadoras para as locadoras de moto? ZERO! Afinal, na cabeça delas, se você alugar vai perceber que não vale a pena manter uma moto de grande porte e portanto não compra! Isso nos foi dito de forma bem clara e direta em reunião há muitos anos atrás pelo Diretor de uma grande e conhecida marca PREMIUM de motos, que por questões de ética não citaremos. Este entendimento é válido até hoje, e não tem razão para mudar. 

Nem vamos entrar na questão da manutenção, das revisões e outras, pois você que pilota moto já sabe o preço de um conjunto de pneus de uma moto de grande porte ou de uma revisão se comparado com a de um carro, não é mesmo?

O interessante é que essa assertiva se repete em qualquer lugar do mundo, seja no Brasil - onde se contam nos dedos de uma mão o número de locadoras de motos - seja na Europa ou nos Estados Unidos. 

Para analisarmos o exemplo dos Estados Unidos que citamos, na nossa empresa parceira, a Premium Rentals & Tours LLC, você consegue alugar uma BMW R1200GS Premium por cerca de USD 200.00 (duzentos dólares) com suas taxas e seguro, o que convertendo significaria cerca de R$ 1.140,00 (mil, cento e quarenta reais) na data de hoje, enquanto escrevemos esta matéria (01/03/2021). Já para alugar um carro como o Chevrolet Cruze (que nos EUA, pasme, é tido como um carro "popular"), você pagaria coisa de USD 50.00 (cinquenta dólares) com suas taxas e seguro, o que convertendo significaria cerca de R$ 285,00 (duzentos e oitenta e cinco reais). Ou seja, da mesma forma que acontece em solo brasileiro, o custo para a locação de um automóvel em terras gringas acaba sendo igualmente 1/4 (um quarto) do valor que uma moto de valor bastante semelhante (aparentemente, conforme lhe explicamos acima).

Por essas e outras que o mercado de locações de motos é tão restrito, ainda mais no Brasil, onde o cliente tem o hábito de comparar tudo de forma generalizada, sobretudo comparar preços, sem se dar conta de que precisaria analisar não só o "preço" estampado, mas o VALOR que há embutido em um negócio que venha a fazer. E VALOR é sabidamente diferente de preço...

Mas...

Se você entende de VALOR, seja nos Estados Unidos seja no Brasil, quando quiser realmente alugar uma MOTO, saberá que não estará alugando um simples carro! E que portanto justifica-se o VALOR maior a pagar. 


Afinal, rodar de moto por novas estradas é coisa que não tem "preço"! 

Para todo resto... Bom! Aí existem os carros, não é mesmo?

Abraços e nos vemos nas estradas!

Flávio Diehl 

A&K Motorcycle Rentals

Aluguel de motos no Estado de São Paulo; no Rio Grande do Sul e nos Estados Unidos

www.aekmotos.com.br

DESDE 2012 ALUGANDO EXCLUSIVAMENTE MOTOS E REALIZANDO 

TOURS PELOS ESTADOS UNIDOS!


 


sábado, 25 de janeiro de 2020

A verdadeira história de HackBerry! - Route 66

A verdadeira história de Hackberry! 

Já ouviu falar de Hackberry? Bem... Ela não consta dos registros no Condado de Mohave, Arizona, Estados Unidos. Localizada na velha Route 66, dista a 37 km a nordeste de Kingman, com uma população estimada de cerca de 5500 pessoas segundo o senso de 2010. E é claro que da "General Store" o ponto de parada de nosso Tour Route 66, se você não atravessar a estrada e olhar para frente, você vai deixar a cidadezinha passar despercebida! 
Na verdade Hackberry, que é o nome de uma árvore, era um antiga cidade mineira, onde
se prospectava a prata e alguns outros metais por vota de 1875. Porém algumas decadas após, em 1919, quando o minério começava a se esgotar, a mina acabou fechando, e Hackberry se transformou em mais uma das tantas cidades fantasmas da região.

Das várias estações de serviço na cidade que atendoam sobretudo aos viajantes da Rota 66 dos EUA depois que a rodovia chegou à cidade em 1926, revitalizando a cidade, acabaram todas fechadas de´pois que a HWY 40, passou muito ao largo da cidade, deixando-a a dezesseis quilômetros da nova rodovia. Assim, a Northside Grocery (fundada em 1934) e sua estação de Conoco foram as últimas a fechar em 1978. 
Hackberry depois disso quase se tornou efetivamente uma cidade fantasma novamente, mas membros da família Grigg moram lá desde a década de 1890 e continuam morando lá depois de seis gerações! Em 1992, o artista itinerante Bob Waldmire reabriu a Hackberry General Store como posto de informações turísticas e loja de lembranças da Route 66 no antigo site Northside Grocery. Waldmire vendeu a loja para John e Kerry Pritchard em 1998 devido a disputas locais sobre o impacto ambiental e estético das pedreiras, que na época estavam se estabelecendo na área para remover pedras locais para uso em paisagismo. A loja permanece em operação com uma coleção de carros antigos do auge da Rota 66 dos EUA no Arizona. 

E aí? Preparado para conhecer Hackberry ao vivo? Venha conosco em um de nossos Tour pela Route 66!

Informações sobre nossos Tour:
(51) 99293-4447 (Celular/WhatsApp/Telegram)
aek@aekmotos.com (E-mail)
aekmotos.com (site)
Alugue uma moto conosco ou venha para um de nossos Tours de Harley Davidson pela Route 66!

sábado, 23 de julho de 2016

Tour Route 66 Backpack - abril 2017

Tour Route 66, Backpack, em abril de 2017. Para você não ter mais desculpas de que não conhece a Mother Road.


















Criamos o Tour "Backpack" (mochilão) com o básico para quem quer rodar em uma Harley Davidson no melhor da Rota 66 e quer investir pequeno valor.

Neste Tour está incluso: 
- 7 dias em hotéis tipo Travelodge,
- café da manhã;
- aluguel de moto Harley Davidson no trajeto;
- pedágios;
- Tour Leader em moto;
- assistência nos EUA pelo staff;
- ambos os transfer aeroporto/hotel/aeroporto em Las Vegas;
- 3 noites em Las Vegas;
- dicas de viagem por escrito (documentos a levar, equipamentos e roupas, etc.);
- DVD com melhores momentos;
- brindes.


Não está incluso:
- entradas em parques e atrações;
- combustível;
- seguro médico pessoal e da moto;
- despesas pessoais e aéreo.

Percorreremos a parte mais preservada e histórica da Route 66, pernoitando na chegada em Las Vegas e a seguir em Barstow; Needles; Flagstaff; Page e ao final mais duas noites em Las Vegas, rodando cerca de 1700km. 

Passaremos por cidades fantasmas como Oatman e por pontos clássicos da estrada, como Roy's café, Bagdá Café, Grand Canyon e Parque Nacional, dentre outras localidades. Em Las Vegas poderemos conhecer o bar temático da Harley Davidson, uma das maiores lojas da Harley Davidson do mundo e ainda diversos cassinos, com tudo que a Sin City tem de melhor. 

Todos nossos Tours são personalizados, sendo que escolhemos os melhores roteiros e as atrações mais interessantes pelas estradas mais bonitas da região por onde rodamos. Nunca nos restringimos a roteiros "comerciais", não sendo os que criamos meros "pacotes". Nossos clientes não simplesmente aderem a um roteiro fixo, nós nos adaptaremos de acordo com o grupo formado, para que este tenha a melhor experiência em sua viagem. 

Assim que fechamos um grupo, procuramos conhecer as características de cada integrante, faixa etária, interesses, etc., para decidirmos quanto ao trajeto que percorreremos, traçando a rota que melhor se encaixa. Assim, sempre fechamos grupos que tenham certa identidade entre os integrantes. Por conta disso, nenhum de nossos Tours é igual ao outro. 

Com tudo isso, quando você contrata os serviços da A&K Motorcycle Rentals pode ter a certeza de que fará um Tour exclusivo e planejado em cada detalhe especialmente para você!

Temos ainda planos especiais para grupos fechados, podendo incluir roteiro completo de ponta a ponta da Route 66 ou de acordo com os planos e datas disponíveis do grupo.

Consulte também para planos incluindo carro de apoio e fotógrafo profissional, moto segurada, hotéis 3 estrelas ou superior, combustível e entradas em parques inclusas, bem como todo necessário para seu máximo conforto, ideal para grupos de casais.



Investimento:
6 x USD 159.70 no cartão de crédito* e USD 950.00 na chegada em Las Vegas.

Ou 10% de desconto nas 6 primeiras parcelas para pagamento por depósito em conta desta parte do pagamento.  

*Cartões Visa ou Mastercard. Os demais, mediante consulta

Data do Tour: de 04 a 12 de abril de 2017
                     

Maiores informações pelo fone/whats app (+5551) 9293-4447 (com Flávio) ou e-mail aek@aekmotos.com



ATENÇÃO! Valores válidos para fechamento até 30 de novembro de 2016.
Após, teremos reajustes. Consultar.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

A BMW F700GS finalmente está chegando!

Finalmente nos chegou a excelente notícia do lançamento no Brasil da já há muito conhecida em outros países BMW F700GS!



Porém, como tudo tem um lado bom e o ruim...

Com a chegada da F700GS a G650GS será descontinuada, para tristeza de alguns. Isso significa que agora o consumidor terá de optar ou pela G310R ou depois desta somente a F700GS. Assim, a G310R fica como única monocilíndrica da marca. 

Tudo  porque apesar de ser chamada de "700", em nada muda seu motor para a F800GS, contando com o mesmo motor e mecânica da F 800 GS, com seu motor bicilíndrico, 798 cc,  câmbio de seis marchas mas "amansado" em 10 cv a menos. Na F700GS são 75 cv a 7.300 rpm, com um torque declarado de 7,85 kgfm a 5.300 contra 5 cv e 8,46 kgfm na F800GS. O que pensando frieamente tem um lado bom, já que deve levar a moto para uma maior autonomia, ainda que pequena. 

Tanque de combustível, painel, conjunto de escapamento, manoplas, espelhos, banco e diversos outros itens continuam idênticos ao da F800GS, como se pode ver das próprias fotos. Freios também são os mesmos, enquanto que o amortecedor dianteiro é mais "simples", não sendo invertido como em sua irmã mais velha, provavelmente por questões de economia.  

A F 700 GS tem ainda o diferencial o fato de ser bem mais baixa que sua irmã maior, pois conta com uma roda dianteira de liga com 19 polegadas (contra 21 na F800), o que por si só já a abaixa em duas polegadas ou 5 centímetros, além de contar com uma posição de pilotagem mais baixa, sem risers no guidon, o que auxilia pilotos menores. Lógico, por conta justamente disto desagradará aqueles pilotos de maiores proporções, que então verão na F800GS a melhor saída por alguns milhares de reais a mais a bancar na 800. 

Este lançamento deve ocorrer junto da G310R, logo após a inauguração da fábrica da BMW em Manaus (AM).

E o preço?


Algo em torno de 35 e 37 mil reais, já que está a um patamar acima da G650GS e um abaixo da F800GS. 

E aí? Vai encarar a baixinha?

Até breve!


Crédito das fotos
Google Images

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quinta-feira, 2 de junho de 2016

BMW G310R - uma boa moto ou um "tiro no pé"?

Não demorará muito e teremos à disposição do motociclista brasileiro mais uma moto da BMW Motorrad: a BMW G310R. Será ela uma jogada de mestre da BMW Motorrad ou um verdadeiro "tiro no pé"? 



É tentando responder esta pergunta que vamos seguir no blog hoje, além de lhes repassar mais informações importantes sobre a moto, aliás, vamos começar por elas!

Com um motor monocilíndrico alimentado por injeção eletrônica, de 4 tempos, duplo comando de 4 válvulas e refrigerada a ar, vem anunciando 34hps, potência mais do que suficiente para seu tamanho compacto e peso leve (são apenas 158,5kg, em ordem de marcha). Uma caixa de 6 marchas transmite por corrente a potência para a roda traseira. 

Já as suspensões vem com garfos invertidos na frente (curso de 140mm) e braços oscilante atrás (curso de 131mm). Rodas de alumínio de 17 polegadas, atrás calçadas com pneus 150/60 e na frente 110/70, freios à pistão e disco simples tanto na frente quanto atrás. O ABS igualmente está presente, como em todas as demais motos da marca. 

Banco com altura de apenas 785cm atrairão certamente pilotos menores! Também muitas mulheres que tem receio (muitas vezes infundado) de pilotar motos grandes e potentes poderão ser atraídas pela nova BMW. Claro quer as proporções reduzidas por outro lado a torna  moto que não se encaixará para pilotos maiores e de pernas mais longas, já que não haverá muito espaço entre o guidon e os joelhos do piloto. Lembrar porém que para tais pilotos a BMW Motorrad tem diversas outras motos, não com mesma proposta e peso ou potência, mas certamente que em termos de ergonomia melhor se encaixarão para os pilotos mais altos e mais pesados, que demandam motos de proporções igualmente maiores, sob pena de ficarem parecendo com gorilas em cima de triciclos de um circo qualquer. 
 
Complementa o conjunto um tanque de 11 litros, com 1 litro de reserva, o que certamente leva a moto a uma autonomia mínima além dos 250 km, numa tocada leve. Daí que bem equipada poderia até mesmo se pensar em empreender aventuras mais ousadas com tal moto, embora particularmente (ou pessoalmente melhor falando) não recomende isto, já que um motor monocilíndrico sempre torna longas viagens mais "sofridas", como já falamos em outro post.

Já quanto ao preço estipula-se algo em torno de R$ 20.000,00 a R$ 25.000,00, girando na órbita dos valores de motos do mesmo segmento das concorrentes (ex.: Honda CB 300 R, Duke 390, Kawasaki Z300, etc.). Bem ou mal, a concorrência é sempre boa!

Mas e quanto a nossa pergunta? Foi uma boa saída da BMW Motorrad ou um "tiro no pé"? 

Fato é que tudo tem sempre os dois lados, e podemos sempre "ver o copo meio cheio ou meio vazio"... Invariavelmente isto sempre dependerá do ponto de vista do observador, de sua história de vida, suas pretensões, sua positividade ou sua negatividade diante das novidades que - se espera! - sempre surjam ao longo de nossa existência. 

Nós da A&K Motorcycle Rentals estamos ansiosos pela chegada da nova G310R, e tão logo tenhamos acesso à mesma postaremos nossas impressões aqui no blog. 
 
Aqui na empresa procuramos ver sempre tudo como uma OPORTUNIDADE para levarmos a nossos clientes mais uma moto, dar-lhe o poder de escolha entre vários modelos e valores de diárias de locação. Pois ao final, achamos que entre uma vida boa ou ruim, uma viagem boa ou ruim, quem escolhe é você!
 
 
Isto é apenas mais uma oportunidade que Deus nos dá. 
 
E você? Já escolheu a sua? 

Até breve!!!


Crédito das fotos: 
Google Images

 
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segunda-feira, 16 de maio de 2016

Fábrica da BMW Motorrad no Brasil!!!

Agora é oficial! 
 
A BMW Motorrad está abandonando a parceria com a Dafra para finalmente inaugurar uma "fábrica" (linha de montagem) própria, em Manaus. Da linha de montagem sairá a novíssima BMW G 310 R, e os demais oito modelos já montados via CKD no Brasil.
 
 
 
O lançamento da G 310 R está previsto para o segundo semestre deste ano.  
 
É a própria BMW Motorrad quem avisa por seu Presidente Stephn Schaller: “Com nossa estratégia de crescimento global, reforçamos nossa presença em mercados emergentes como o Brasil. Nesse contexto, a G 310 R desempenhará um papel fundamental na atração de novos públicos para a BMW Motorrad".
 
Sobre a BMW G310R falaremos mais detalhadamente tão logo tenhamos acesso à moto, mas de saída se vê que será bastante apta aos deslocamentos sobretudo dentro das cidades, onde um motor com 300 cilindradas dá mais do que conta do recado. 

Para as viagens maiores, só escolher os outros diversos modelos oferecidos, como a BMW R1200GS ou a imbatível F800GS, moto que com cases laterais instalados e um bom GPS Garmin Zumo acoplado leva facilmente o motoaventureiro a quaisquer destinos longínquos, a exemplo de Bariloche, Las Leñas, Mendoza e até mesmo Ushuaia, no fim do mundo.

Inegável que o mercado brasileiro vem se mostrando muito promissor para o segmento das duas rodas. Ótimo saber que a BMW Motorrad está sempre atenta a este movimento e aos anseios do consumidor brasileiro. Resta saber se saberá respeitá-lo também com relação aos preços praticados, coisa que vem fazendo bem ultimamente, equiparando o valor de suas motos aqui com os que vemos lá fora, ao contrário do que acontecia anteriormente, quando havia grande discrepância de valores. 

Nós, da A&K Motorcycle Rentals ao momento que parabenizamos a BMW pelo respeito ao consumidor, dando-lhe maiores oportunidades de escolha, nos colocamos ao lado da mesma em parceria para oferecer à locação as motos da marca. 

Assim, em breve teremos à disposição de nossos clientes também a BMW G310R, como nossas outras motos, totalmente equipada e apta à viagens. 

E você? Já escolheu a BMW que pilotará? 

Até breve!


Crédito das fotos: 
Google images 



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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Mendoza, Bariloche, Buenos Aires - Um passeio bem legal!

Muita gente me pergunta sobre roteiros e dicas, querendo informações sobre bons trajetos para os lados do Mercosul. E quando se fala em Mercosul, não dá para deixar de fora Bariloche e Mendoza, entre outros destinos, logicamente!



De todas as dicas que sempre dou para viajantes de moto, além da revisão da moto, sair com pneus novos, etc., etc. e etc., é traçar um roteiro antes de iniciar a viagem. Tem muito motociclista "malvadão" que é contra isso, que prefere ir "para onde o vento levar", no melhor estilo "easy rider". Certo? Errado? Não discuto... Até porque quem for nesse estilo nem lerá este post, considerando tudo uma grande bobagem, já que o verdadeiro espírito para estes está em subir na moto e rodar... Pena não estarmos neste patamar e termos responsabilidades, inclusive de horários, períodos, dias de férias/folga.

Um roteiro relativamente rápido (apressadinhos fazem em 7 dias, mas recomendo 14 dias) e com bastante coisa para se ver é o de Porto Alegre/Santa Fé/Mendonza/Bariloche/Santa Rosa/Buenos Aires/Colônia del Sacramento/Porto Alegre. 

Seguem algumas dicas sobre o trajeto em si...

O trecho de Porto Alegre a Uruguaiana é relativamente rápido, com pista simples. São pouco mais de 600km até lá, mas há pouco trânsito a partir de São Gabriel. Dormir em Uruguaiana antes de atravessar a fronteira é uma boa dica! 

Aproveite para comer um feijão com arroz, pois é a última vez que você terá esta oportunidade nos próximos dias... Na Argentina não se acha esse prato ímpar, e pode ter certeza que você vai sentir saudades! Ao acordar tenha um bom café da manhã, aproveitando sobretudo as frutas e pães, algo que também fará bastante falta nos próximos dias. Por melhor que seja o hotel que venha a ficar, nada se comparará ao desjejum de qualquer hotelzinho do Brasil. Sim! Nesse ponto ainda somos bons. Na Argentina ou Uruguai não conte com nada muito diferente de croissants ("media luna") e com muita boa vontade do hotel uma "espremida de naranja" (suco de laranja). 

Ao cruzar a fronteira, um grande problema... Você entrou na Argentina e estará na província/departamento de "Entre Rios", lugar com a polícia mais corrupta que já vi em toda a América do Sul. É difícil passar por lá sem a mesma inventar alguma "infração" que você teoricamente tenha cometido, exigindo pagamento no ato e em dinheiro (algo no mínimo esquisito) da multa para liberar. A primeira coisa que farão é dar de mão na sua carteira de motorista, e não vão lhe devolver até você pagar a dita multa, que, estranhamente, SEMPRE pode ser negociada. Estranho, não? E nem adianta argumentar! 9 entre 10 motociclistas que conheço foram parados e "multados" na região de entre Rios. 

O pior de tudo é que praticamente NÃO HÁ outro trajeto a fazer, SALVO pegar o "buque bus" via Colônia del Sacramento, que é o trajeto a se fazer na volta. Eu como não gosto de ir e voltar pelo mesmo caminho, recomendo você "abrir a mão" e desestressar, aproveitando a viagem... Uma dica que pode funcionar com a polícia de Entre Rios é você já chegar chegando, com um sorriso no rosto como se os conhecesse, levar umas camisetas de brinde, bonés e coisas do tipo. Pode colar. Ou não...

Passado o perrengue em Entre Rios, vá dormir em Santa Fé ou Rosário e de lá cedinho no dia seguinte pode tocar até Mendoza se tiver disposição. Vai ser uma perna comprida, mas valerá a pena, pois em Mendoza terás bons hotéis e bastante cordialidade por parte do povo. 

Em Mendoza vale perder um par de dias. No seguinte, programe uma ida às vinícolas. Você tanto pode ir sozinho em sua moto quanto - a opção mais recomendável - contratar alguma agência de viagens locais para um Tour. É melhor, pois há almoço e degustação de vinhos. E não é pouco vinho, o que não recomenda a pilotagem posterior. 

Aproveite a tardinha e noite do retorno para ir até a rua "Paseo Sarmiento", onde se come um ótimo "lomo de chorizo" (bife de filé mignon) em um dos inúmeros restaurantes dali. Se tiver tempo, não deixe de conhecer o "Cerro de La Gloria" e o "Parque General San Martin".

Se não tiver muita pressa, ou melhor, mais dias para o roteiro, sua próxima parada é Malargue. Cidadezinha prá lá de acolhedora, ao lado de Las Leñas, onde mesmo em época que não há neve vale a visita rápida, pela interessante estradinha que lhe leva até lá. Quem gosta e está com moto apta ao off road pode se surpreender com as estradinhas vicinais do entorno. Claro, nada recomendável ir sozinho, pois há muitas pedras e a região é bastante deserta. Um tombo ali pode não ser nada bom!Procure pelo "El Quincho de Maria" à noite, com boas comidinhas de boteco.

No dia seguinte rume para Bariloche. Ali, muita coisa para ver na região. Faça o "Circuito Chico" de moto mesmo, subindo em um ou dos cerros, como o "Campanário" de onde se tem uma excelente vista de toda região. Neste circuito, pare nos mirantes para boas fotos. À noite, imperdível o "Cordero Fueguino". Mas atenção, pois existem muitos restaurantes que cobram caro e não são lá essas coisas! Entre e observe as mesas, as porções servidas, o menu, etc., antes de se decidir por onde ficar. Bariloche é em geral uma cidade bem cara, pelo que o ideal é você pesquisar um pouco antes de ir "se atirando" em qualquer coisa que lhe encha os olhos, pois nem todos restaurantes bonitos são bons. Alguns são só bonitos. 

Bariloche também vale uns dois dias, e uma visita a San Martin de Los Andes também é uma excelente pedida. Aqui, de novo, quem tem alguma aptidão com o off road, recomendadíssimo ir via Ruta 40, passando por dentro do Parque Nahuel Huapi. Estrada de terra em quase todo trajeto. Nada que não dê para se fazer até com uma pesada custom, mas vai sofrer bem mais, não tenha dúvidas! 


Em San Martin de Los Andes, procure por uma sorveteria na beira do Rio. Tem um sorvete de babar, assim como excelente café ou mesmo uma das inúmeras tortas para quem tem mais fome. 

De Bariloche, já de retorno, a dica é seguir até Choele Choel, cidadezinha sem graça mas para o pernoite o suficiente. Você pode ficar atraído em seguir até Bahia Blanca e ali pernoitar. Como é uma cidade portuária e de mais movimento, não recomendo. Preços maiores e a segurança ali não é lá essas coisas. Se parar a sua moto na rua, ao contrário de Choele Choel (muito mais pacífica), nada está a garantir que ali ela estará no dia seguinte. 

E de Choele Choel acorde cedo (nem vale ficar para a "media luna" e o café, coisa que você pode comer no primeiro posto ao abastecer a moto) e siga até Buenos Aires, onde vale também perder um par de dias. 

Na cidade de Buenos Aires quase obrigatório ir até o bairro "Caminito" e ali experimentar algum "estofado de polo" (tipo de canja de galinha), bem acessível e muito bom. À noite vá ao Puerto Madero para mais um último "lomo de chorizo". "Siga La Vaca" é restaurante que costumava ser um bom lugar para esta pedida. Como o tempo passa rápido, podem ter surgido outras opções melhores, já que o "Siga" estava se tornando bastante dispendioso e as porções diminuindo cada vez mais. Ande no Puerto Madero e procure boas opções. A região é relativamente segura mesmo à noite. Um olho aberto, claro, nunca faz mal. 

Dali no dia seguinte bem cedo pegue o Buque Bus para atravessar até Colônia del Sacramento, cidadezinha muito agradável. Se tiver tempo, um pernoite não faz mal. Se não tiver, um café em um dos inúmeros existentes e toque até Montevideo ou com mais disposição até Punta del Este. 

E dali quase na A&K Motorcycle Rentals novamente. Pode aproveitar os Free Shops no Chuí para comprar perfumes ou bebidas, sendo o que está valendo mais a pena ultimamente. Pesquise. E tente à noite uma boa pizza Uruguaia! 

Para quem tem mais tempo a dica é vir pela região de "Treinta y Tres", com estradas muito bonitas, passando por cânions, pradarias e várias fazendas. Por aqui também o trânsito é bem mais tranquilo, mas não vale a pena voltar rápido. Dê uma de uruguaio e separe um tempinho para um pique-nique embaixo de algumas árvores à beira da estrada, uma tradição deles. Venha devagar até Aceguá e dali via Bagé até chegar de retorno. 

De tudo, a melhor dica sempre é: 

Nunca deixe de viajar o quanto antes, sobretudo de moto! Lembrando que "amanhã" pode ser muito tarde...



E você? Já programou sua viagem? 

Até breve!



Crédito das fotos: 
Google maps
Arquivo A&K Motorcycle Rentals


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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Harley Davidson Sportster 883 Iron. Uma moto para todos os dias!

Quando se fala em Harley Davidson, duas coisas vem logo à cabeça: um GRANDE motor em "V" com som característico e uma moto cheia de cromados, de ferro, extremamente pesada, geralmente para mais de 300kg.

Já quando o assunto é uma Harley menor como a 883, não são poucos os que torcem o nariz...

Sem conhecimento de causa, claro, na maioria das vezes.

Não dá para se dizer que a Sportster 883 é uma moto confortável. Longe disso. Aliás, se você tem mais de 1,80 de altura, melhor é correr dela, pois em geral é uma moto pequena. Não que não seja possível adaptá-la a sua estatura, mas observar um cara grande pilotando-a passa a mesma impressão do que ver um alterofilista de 2 metros de altura e mais de 150kg em um Fiat Cinquecento: um tanto ridículo. 

Quanto a ciclística não se pode ser cínico e negar. É fato que de plano, sua suspensão de curto curso faz o piloto desacostumado com customs sofrer bastante. O banco original do tipo sela, embora tenha excelente encaixe para o piloto e boa espuma, também não alivia muito a situação do mesmo. Não raro, em buracos - normais de nossas estradas - se encontra o fim de curso da suspensão, com um baque seco que é inclementemente transmitido ao piloto.  

Sua ergometria, quando original, também não ajuda muito. O guidom parece muito avançado à frente, lhe obrigando a ficar ou com braços muito estendidos ou curvado. A primeira providência ao se adquirir essa moto é a instalação de um guidom do tipo "mini ape hanger", o que minimiza bastante o sofrimento e ainda traz um ótimo estilo à moto, contribuindo ainda para que se passe com o mesmo por cima dos espelhos de carros, o que no trânsito caótico é providencial ao se pegar o "corredor". Claro, o lado ruim é que ficará exatamente da altura dos retrovisores das caminhonetes, pelo que se deve abrir o olho e, logicamente, nunca abusar da velocidade. Afinal, se você está numa Sportster 883, não tem razão nenhuma para correr como um tresloucado que tem de fazer uma tele-entrega rapidamente a fim de garantir a grana.

E falando em "customização" e alterações na moto, sejam estéticas, sejam de conforto, logo se observa que a 883 é talvez uma das motos mais customizáveis. Quiçá por ser das mais em conta, não se tem tanta dó de fazer alterações, que podem ir desde banco para um com molas, piscas menores, rodas raiadas, amortecedores à gás, escapamento esportivo, comandos avançados, pintura, enfim! Deixá-la mais clássica, mais confortável ou correr para o lado oposto, tirando "excessos" e chopperizando-a ou deixando-a com ar de bandida, rat-bike, low rider ou o que bem convier. O piloto pode trabalhar ele mesmo como verdadeiro artista sobre a moto, já que, em geral, com um pouco de paciência, atenção e o mínimo conhecimento de mecânica consegue se mexer em quase toda moto, pelo que ouso considerá-la o "fusca" das Harley Davidson. Legítimo "pau para toda obra", como diz o bom ditado popular.   

No mais, apesar de se ter "apenas" 883 cilindradas na motinho, não faz feio, tendo um torque bem interessante capaz de empurrar a máquina com vontade. 

Como toda Harley Davidson, não é moto dada a correr. Em verdade pelos 110km horários a vibração e o vento lhe jogando para trás já começa a incomodar bastante, fazendo com que longas viagens não sejam tão interessantes. Muito menos com garupa, para a qual ela não é indicada, até mesmo porque, sendo monoposto, lhe obriga a instalar no mínimo banco e pedaleiras. Um sissy bar também seria o mínimo para trazer algo descente ao posto da garupa. Mas... Nem assim ela vai gostar de ocupar o lugar, muito por conta da suspensão que ficará comprimida e lhe dará bons sustos e porradas indesejadas na coluna. Assim, se sua idéia é andar com garupa, o melhor é fugir desta moto e partir para uma Sport Custom, que, ao fim e ao cabo, vai ficar no mesmo valor da 883 depois que você colocar os acessórios obrigatórios para levar a garupa.

Mas...

Uma coisa é inegável. A 883 é uma moto deliciosa!

Por ser pequena e de baixo peso (comparando com as demais Harley's), você acaba usando-a no dia a dia, para ir para tudo que é lado. Fácil de manobrar, econômica e com desenvoltura no trânsito, é a moto ideal para quem roda bastante na cidade. Uma maneira divertida de ir e vir. Tanto que você acaba não vendo a hora de pegá-la novamente.

E você? O que acha da 883? 

Até breve!



Crédito das fotos: 
Google images

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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

INDIAN desembarca no Brasil - Conheça os preços

Como já adiantamos em nosso blog em fevereiro (CLIQUE AQUI PARA VER), está chegando o final do ano e, com ele, conforme prometido, as motocicletas Indian, eternas rivais da Harley Davidson. 


Antes de falarmos em preços, é importante mais uma vez lembrar que as Indian's desde SEMPRE foram mais caras do que as Harley's, embora estejam e disputem o mesmo nicho de mercado, com motocicletas apresentando características muito semelhantes. Há quem compare modelos inclusive, mencionando que a Scout seria a concorrente direta da Sportster 1200 ou da Custom; a Chief Classic concorrente da Fat Boy e a Chief Vintage uma concorrente da Street Glide.

No brasileiro, talvez o que não falte (ou faltasse) é esperança. Mas não dá para embarcar em um mundo de Peter Pan, deixando a realidade distanciada da fantasia. Ou vice-versa. 

É preciso encarar o fato de que a Harley Davidson está com preços no Brasil extremamente defasados com relação ao exterior (melhor nem falar muito alto!), pois lá fora a Ultra Glide, por exemplo, já custa USD 23,220.00 (equivalente a R$ 92.800,00 aqui), enquanto pagamos R$ 5.000,00 a menos. E todas seguem neste mesmo caminho. Comenta-se, inclusive, que para os modelos de 2016 a Harley Davidson já prepara um pacote com reajustes na faixa dos 20% (vinte por cento!), o que vai deixar suas motos um tanto salgadas. Nada que assuste muito o consumidor brazuca, eternamente acostumado a pagar altíssimos preços por tudo o que é tipo de produto. 

Vamos aos valores? 

- Indian Scout: R$ 49.990,00

- Indian Chief Classic: R$ 79.990,00

- Indian Chief Vintage: R$ 89.990,00

Confesso que fiquei um tanto triste... Triste por ainda ter esperança nessa terra chamada Brasil? A&K Motorcycle Rentals as motos Indian's. Mas... A esse preço não dá. Não agora. Teria de obviamente repassar estes valores ao cliente e com isso teríamos diárias muito caras. E essa não é a idéia da nossa loja, ainda que seja esta a realidade do país, com comerciantes cobrando o que não deixa de ser justo diante de nossa absurda carga tributária, burocracias escorchantes, produtos/insumos caríssimos na origem e outras mazelas. 


Bom... ERA minha idéia colocar à locação na empresa

Valem o que se pede? 

Aí é de cada um e de cada bolso. De cada gosto. 

Vamos ver como a Indian se posiciona no mercado. Esperamos que tenha fôlego suficiente para a briga titânica que vem pela frente!

Pois concorrência é sempre bom. E a Indian concorre com classe. 

Inegável: belíssima motos! Incomparáveis!


Crédito das fotos: 
Site oficial da Indian - www.indianmotorcycle.com/pt-br



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