segunda-feira, 29 de junho de 2015
quarta-feira, 17 de junho de 2015
BMW S1000RR - Um teste real com esta Superesportiva
Como nossos leitores já sabem, gostamos muito de apresentar nossas impressões reais sobre as motos que no blog comentamos. Uma das motos que sempre tivemos curiosidade em testar era a S1000RR, sempre dentro daquela máxima de fazermos um teste "real", ou seja, feito por quem gosta de moto mas não é nenhum "piloto pro" das mesmas.
Portanto, aqui em nosso "teste real", vamos falar da condução do dia-a-dia, de pequenas (ou grandes) viagens, no comportamento da moto em estrada e em trajeto urbano, seus pontos positivos e, porque não?, negativos. São basicamente nossas impressões da moto, não sendo verdade absoluta. Apenas nosso sentir.
Primeiras impressões:
Pegamos esta moto em um negócio. Não. Desde o começo sabíamos que não seria moto para manter e rodar diariamente, tampouco para empreender longas viagens. Era mais para "matar a vontade" mesmo de ouvir o quatro em linha rugindo, pois uma vez que se anda em uma esportiva, não se larga mais o vício de volta e meia querer ouvir esse tipo de motor roncando.
De cara o visual da moto já impressionou positivamente por duas razões. Uma que extremamente bem conservada, pois estamos falando de uma moto de 2010, e outra pelo reduzido tamanho dela. Neste ponto, fiquei imaginando o Sr. que negociou a mesma comigo, com seus mais de 180 frouxo de altura e 60 anos de idade. Como andar encolhido naquela motoca?
Subi nela e... Cadê as manetes? Foi a primeira coisa que estranhei!
Acostumado com a posição sentado das Big Trails, me vi obrigado a deitar sobre o tanque para encontrar os comandos, o que de princípio já me desgostou um tanto, mais pela questão da falta de hábito do que outra coisa. Era como se eu estivesse a andar pela primeira vez de moto, com o inevitável medo de derrubar a menina que, apesar de baixa, não se mostra nem um tanto leve enquanto seu motor não está a funcionar. Mas essa má impressão só vai até os primeiros metros vencidos. Em verdade, é uma moto que se deve "vestir" para passar a ficar confortável sobre ela, e aí envolve mais um monte de coisas, desde como se posicionar até como pilotá-la, pois é o que vai definir se você vai se adaptar a moto ou não.
Rodando devagar pelas ruas de Joinville (onde fui buscar a mesma), já de pronto percebi que não é moto para se rodar devagar. Em primeira ela parece já ficar nervosa, ronronando como uma fera que aguarda para dar o bote. Quer correr, isso é inegável. E devagar, a posição de pilotagem se mostra MUITO incômoda. A única maneira da coisa melhorar é você encaixando bem as pernas e fazendo um bom exercício de lombar e abdominal, para não deixar seu peso sobre os punhos, o que certamente lhe levaria a uma boa tendinite. Em verdade você não vê a hora de pegar a estrada!
Dá para viajar com essa moto?
Claro. Dá para viajar com qualquer moto! Desde CG até (deusnoslivre pro hora, com a buraqueira de nossas estradas!) Gold Wing. Mas o fato é que talvez as superesportivas de verdade não sejam a melhor opção para tanto, a não ser que você possa realmente andar rápido e ter postos de abastecimento à disposição a cada 100km.
E eu tinha mais de 600km pela frente para vencer...
E eu tinha mais de 600km pela frente para vencer...
Não demorou para eu perceber que ela só começa realmente a ficar confortável lá pelos 7.000 giros... Porém isso, em sexta marcha, é igual a 160 km/h... Muito? Pode parecer, mas acredite quando lhe afirmo categoricamente que numa BMW S1000RR isso não é nada mais do que um passeio no parque. Daí que você já vê não ser essa moto para qualquer um e nem para qualquer estrada.
É entre 150 e 160km/h que o vento começa efetivamente a fazer o efeito de equilibrar o seu corpo, dando a pressão necessária para que você não fique sofrendo com o peso sobre os punhos. Vai nessa tocada tranquilamente até o tanque entrar na reserva, o que não demora mais do que uma hora e uns minutos. Autonomia, neste quesito, se vê que não é o forte desta BMW. Com 17,5 litros, um tanque mal chega para você rodar 200 quilômetros, sendo que ela já vai estar pedindo reserva bem antes, o que de certa forma é um ponto positivo, obrigando você a uma breve parada para uma água e retomar a atenção para os próximos quilômetros.
Até 120km/h ela gasta pouco, sendo capaz de bater na casa dos 20km/litro. Mas fica óbvio nos primeiros minutos que é impossível andar a esta velocidade. A moto simplesmente não permite isso! Ou, trocando em miúdos, procure uma estrada que lhe permita uma tocada mais rápida, ou pense seriamente em ter outra moto na garagem, deixando esta apenas para eventuais passeios.
Comportamento dinâmico:
A melhor definição para a BMW S1000RR é: estúpida! Dentre outros xingamentos quase sexuais... A moto anda e não é pouco. É muito. É demais. Uma leve torcida no acelerador e você nem vê os 100km/h chegarem. Aliás, chegar aos 100km/h é ridículo. Coisa que se faz em 1a. marcha até.Na mesma toada estão os 200km/h. O que em outra moto demora a chegar, nessa é só esticar a 3a. ou 4a. Nem precisa chegar perto da 5a. ou da 6a. para ver a moto ultrapassar essa "antiga" barreira, que passa a ser perigosamente fútil.
Se não conhece a moto, prepare-se para grandes sustos.
Eu mesmo tomei um quando, a quase 200km/h fui ultrapassado por um mais louco do que eu. "Torci o cabo" e a menina simplesmente levantou a roda da frente, saltando para 245km/h, estável como um trem sobre trilhos. Olhei o painel e, surpresa!, eu ainda estava em 4a. marcha, e sobraaaaannnndoooooo motor. Sentei calmamente a roda da frente e fui tirando a mão até voltar aos meus confortáveis 160km/h.
E no geral a moto é assim na estrada. A única exigência que ela faz é que você desvie de buracos e quaisquer outros obstáculos, para no mais, ser plenamente feliz!
Outro ponto de notável aplauso é o "quick shift". Basta você chutar o pedal de câmbio para cima que ela passa à marcha seguinte. Nada de perder tempo para debriar na manete esquerda. Nas atuais, o "quick shift" já virou "shift assistant", funcionando tanto para cima quanto para baixo, tornando quase que desnecessária a manete, a não ser para "emergências" em que se tem de liberar o motor, como ao parar no sinal. Com isso, rodar rápido em uma boa freeway é um agradável passeio!
Mas...
Se em boa estrada ela é ótima, na cidade a história é outra!
A moto se torna no geral um martírio, pois sabidamente não é lugar para se andar rápido como ela exige. Além de não esterçar quase nada, dificultando o zigue-zague necessário por entre os carros, a tranqueira também cobra um alto preço: o motor esquenta! Na mesma proporção talvez que a moto anda: MUITO! Demais... Não se impressione ao ver no painel qualquer coisa em torno de 100, 105ºC. Alguns minutos sobre esse motor diabólico é para se sentir literalmente fritando! E isso que estava com a moto em um dia em que a temperatura do ambiente não ultrapassava os 20ºC. Fiquei imaginando como seria pilotá-la sob um sol escaldante de 35, 40ºC de verão.
Últimas considerações:
BMW S1000RR = ESPETÁCULO! Uma outra boa definição para ela... Tanto estúpida quanto espetacular. Ao contrário de outras motos superesportivas com quase 6 anos de existência, a S1000RR desde sempre é esteticamente perfeita. E isso mostra ser uma verdade pelo simples fato de que não mudou muito em seu look desde que foi posta no mercado. Qualquer coisa que se pense diferente para ela, só tende a ficar pior, pois parece a própria perfeição assim como está, pedindo-se que não mexam muito nas suas características marcantes.
Em verdade, para um observador que não conhece muito desta superesportiva, é difícil diferenciar à primeira vista uma 2010 de uma 2015, a não ser pela cor e detalhes na carenagem característica de cada ano, a exemplo das "barbatanas" que dos três "V's" virado para trás das primeiras em 2012 passaram aos "V's" voltado para frente.
Se você quer uma superesportiva de verdade, pode parar de procurar, pois esta é a sua moto. E não importa nem sequer o ano. São todas irrepreensíveis desde seu lançamento!
Claro, novamente, não é moto para qualquer um. É preciso ser um tanto "piloto" de verdade para extrair um mínimo do que a moto tem de bom. Ou ter sangue frio e se preparar para muitos sustos.
Quanto a minha BMW S1000RR... Estou vendendo.
É definitivamente moto demais para mim!
E você?
Consegue domar essa fera?
Até breve!!!
Crédito das fotos:
1º, 2º e 5º - A&K Motorcycle Rentals
3º e 4º - Google Images
Até 120km/h ela gasta pouco, sendo capaz de bater na casa dos 20km/litro. Mas fica óbvio nos primeiros minutos que é impossível andar a esta velocidade. A moto simplesmente não permite isso! Ou, trocando em miúdos, procure uma estrada que lhe permita uma tocada mais rápida, ou pense seriamente em ter outra moto na garagem, deixando esta apenas para eventuais passeios.
Comportamento dinâmico:
A melhor definição para a BMW S1000RR é: estúpida! Dentre outros xingamentos quase sexuais... A moto anda e não é pouco. É muito. É demais. Uma leve torcida no acelerador e você nem vê os 100km/h chegarem. Aliás, chegar aos 100km/h é ridículo. Coisa que se faz em 1a. marcha até.Na mesma toada estão os 200km/h. O que em outra moto demora a chegar, nessa é só esticar a 3a. ou 4a. Nem precisa chegar perto da 5a. ou da 6a. para ver a moto ultrapassar essa "antiga" barreira, que passa a ser perigosamente fútil.
Se não conhece a moto, prepare-se para grandes sustos.
Eu mesmo tomei um quando, a quase 200km/h fui ultrapassado por um mais louco do que eu. "Torci o cabo" e a menina simplesmente levantou a roda da frente, saltando para 245km/h, estável como um trem sobre trilhos. Olhei o painel e, surpresa!, eu ainda estava em 4a. marcha, e sobraaaaannnndoooooo motor. Sentei calmamente a roda da frente e fui tirando a mão até voltar aos meus confortáveis 160km/h.
E no geral a moto é assim na estrada. A única exigência que ela faz é que você desvie de buracos e quaisquer outros obstáculos, para no mais, ser plenamente feliz!
Outro ponto de notável aplauso é o "quick shift". Basta você chutar o pedal de câmbio para cima que ela passa à marcha seguinte. Nada de perder tempo para debriar na manete esquerda. Nas atuais, o "quick shift" já virou "shift assistant", funcionando tanto para cima quanto para baixo, tornando quase que desnecessária a manete, a não ser para "emergências" em que se tem de liberar o motor, como ao parar no sinal. Com isso, rodar rápido em uma boa freeway é um agradável passeio!
Mas...
Se em boa estrada ela é ótima, na cidade a história é outra!
A moto se torna no geral um martírio, pois sabidamente não é lugar para se andar rápido como ela exige. Além de não esterçar quase nada, dificultando o zigue-zague necessário por entre os carros, a tranqueira também cobra um alto preço: o motor esquenta! Na mesma proporção talvez que a moto anda: MUITO! Demais... Não se impressione ao ver no painel qualquer coisa em torno de 100, 105ºC. Alguns minutos sobre esse motor diabólico é para se sentir literalmente fritando! E isso que estava com a moto em um dia em que a temperatura do ambiente não ultrapassava os 20ºC. Fiquei imaginando como seria pilotá-la sob um sol escaldante de 35, 40ºC de verão.
Últimas considerações:
BMW S1000RR = ESPETÁCULO! Uma outra boa definição para ela... Tanto estúpida quanto espetacular. Ao contrário de outras motos superesportivas com quase 6 anos de existência, a S1000RR desde sempre é esteticamente perfeita. E isso mostra ser uma verdade pelo simples fato de que não mudou muito em seu look desde que foi posta no mercado. Qualquer coisa que se pense diferente para ela, só tende a ficar pior, pois parece a própria perfeição assim como está, pedindo-se que não mexam muito nas suas características marcantes.Em verdade, para um observador que não conhece muito desta superesportiva, é difícil diferenciar à primeira vista uma 2010 de uma 2015, a não ser pela cor e detalhes na carenagem característica de cada ano, a exemplo das "barbatanas" que dos três "V's" virado para trás das primeiras em 2012 passaram aos "V's" voltado para frente.
Se você quer uma superesportiva de verdade, pode parar de procurar, pois esta é a sua moto. E não importa nem sequer o ano. São todas irrepreensíveis desde seu lançamento!
Claro, novamente, não é moto para qualquer um. É preciso ser um tanto "piloto" de verdade para extrair um mínimo do que a moto tem de bom. Ou ter sangue frio e se preparar para muitos sustos.
Quanto a minha BMW S1000RR... Estou vendendo.
É definitivamente moto demais para mim!
E você?
Consegue domar essa fera?
Até breve!!!
Crédito das fotos:
1º, 2º e 5º - A&K Motorcycle Rentals
3º e 4º - Google Images
Aluguel de motos BMW GS no Brasil e Tours pelo Mercosul, Portugal e Estados Unidos.
Para maiores informações consulte-nos pelo e-mail aek@aekmotos.com
sexta-feira, 29 de maio de 2015
terça-feira, 12 de maio de 2015
BMW S1000XR, um espetáculo de moto!
A BMW Motorrad, que não é boba nem nada e sabe medir bem quais de suas motos são sucesso de vendas, observou que a sua superesportiva sempre teve ótima saída, apesar do valor elevado, além da maioria das existentes no mercado de mesma categoria.
Desde 2010 que a S1000RR e após sua naked S1000R, vende bem, pelo que a BMW Motorrad deve ter ficado com a pulga atrás da orelha pensando no que mais poderia fazer com o motor elástico de sua superbike.
Nessa linha, viu a aposta da Ducati na Multistrada (sendo que muitos "ducateiros" levantam da poltrona para gritar que a XR é uma cópia descarada da Multistrada) e de outras (como a KTM, que alguns dizem ser concorrente da BMW Motorrad) em motos que são verdadeiras "fun bikes", ou um misto de big trail com superesportiva.
Em agosto do ano passado, aqui no nosso blog, já falávamos desta moto, à época com nome ainda indefinido. CLIQUE AQUI
Considerada como uma "crossover", como já falamos há quase um ano, carrega como seu coração o mesmo motor de quatro cilindros que sua superesportiva, de 999 cm³, DOHC, com potência de 160 cavalos a 11.000
rpm e torque de 11,2 kgfm a 9.250 rpm, montado em um quadro de alumínio.
Segundo a BMW a moto tem ao mesmo tempo uma proposta esportiva e aventureira, com o que há de "top" em termos de tecnologia e segurança ativa.
Segundo a BMW a moto tem ao mesmo tempo uma proposta esportiva e aventureira, com o que há de "top" em termos de tecnologia e segurança ativa.
Dispõe ainda dos modos de pilotagem (Rain e Road), controle de
estabilidade Automatic Stability Control (ASC), Controle de tração Dynamic
Traction Control (DTC) e sistema de freios ABS de última geração, havendo ainda a opção de ESA (Eletronic Suspension Adjustment), velha conhecida da R1200GS Adventure, sistema este que, quem já utilizou, sabe que vale cada centavo.
Confortável como uma GT (Grand Turismo) e ao mesmo tempo com o
desempenho de uma moto esportiva, vai bem mesmo dentro da cidade. Enfim, espetacular!
O valor desta máquina?
Até o momento não foi divulgado e, naturalmente, nem se virá ou não para o Brasil (o que segundo rumores, já se confirmou, pois aqui é um mercado excelente para este tipo de moto, levando em consideração nossas estradas esburacadas...), mas provavelmente vá ficar entre o valor da S1000RR e da S1000R, lá pela casa dos R$ 70.000,00 portanto.
Caro? Barato?
Mas que é um espetáculo de moto, isso não se discute mais!
Até breve!
Aluguel de motos BMW GS e Tours pelo Mercosul, Portugal e Estados Unidos.
Para maiores informações consulte-nos pelo e-mail aek@aekmotos.com
terça-feira, 5 de maio de 2015
Uma moto BMW de 300cc - Jogada de Mestre ou Tiro no Pé?
Para quem está por dentro do mundo das motos, já não é mais novidade: a BMW Motorrad irá lançar em breve no mercado uma moto de 300cc, contrariando todo um histórico anterior, onde sempre primou por motos de alta cilindrada, não tendo nada com menos de 650cc, como a G650GS.
Em princípio, só o que se tem notícias até o momento é da parceria firmada pela BMW com a marca indiana TVS, esta um tanto desconhecida - se não por completo - de nós brasileiros.
Fato inegável é que a BMW Motorrad ingressa agora na categoria de motos abaixo de 500 cilindradas, o que é visto de saída com maus olhos por muitos adoradores da marca, acostumados com motos "Premium" altamente valorizadas, já que a marca sempre foi sinônimo de status e, portanto, de motos bastante caras. Não faltam nem os mais radicais que digam que vão abandonar a marca por conta desta decisão.
Claro, que o fato de estar sendo lançada inicialmente com e na parceria indiana, não quer dizer - muito pelo contrário - que não virá, ou que virá, para o mercado brasileiro, sempre ávido por novidades, sobretudo no que tange ao nichos de motos de baixa cilindrada, onde até o momento a Honda reina absoluta, com pouca expressividade da Yamaha e praticamente nenhuma por parte das outras marcas que teimam em oferecer motos concorrentes.
Claro, que o fato de ser uma moto de apenas 300 cilindradas pode ser um "tiro no pé" para a BMW, que sempre primou por produtos e pelo segmento premium, com, naturalmente, clientes exigentes que tem capital suficiente para pagarem por exclusividade.
Claro, que o fato de estarmos vivendo numa crise global em termos de economia, faz com que as empresas que queiram sobreviver tenham de ser "criativas", ainda que essa criatividade possa ser um tanto temerária se não dosada convenientemente, sendo então a continuidade da firma em tempos tão difíceis verdadeira jogada de mestre, digna dos melhores enxadristas, onde todos os movimentos devem ser friamente pensados e estudados, sob pena de xeque-mate.
Claro, que olhando só pelo lado do consumidor, em tese concorrência é concorrência!
Mas depende sempre - e isso alguns não enxergam - de que lado você está ou que lado quer ficar, se quer seguir em frente ou dar as costas aos acontecimentos reais que aí estão e são inegáveis...
É bom? É ruim?
Talvez só o futuro dirá. Porque o presente...
Até breve!
Aluguel de motos BMW GS e Tours pelo Mercosul, Portugal e Estados Unidos.
Para maiores informações consulte-nos pelo e-mail aek@aekmotos.com
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Mais um recall da BMW Motorrad - veja se sua moto está na lista
Faz quase um ano que escrevemos sobre os inúmeros recalls da BMW Motorrad. PARA VER, CLIQUE AQUI!
Agora, a BMW Motorrad aparece com mais um recall, envolvendo não centenas, mas milhares de motos, ou seja, uma grande maioria das dotadas de eixo cardã! Coloque então nesta lista os modelos K1200GT, R e S; K1300GT, R e S; R 1200 GS e Adventure; R1200RT, fabricados entre novembro de 2003 a abril de 2011.
E tudo porque o aperto excessivo - fora do torque recomendado - nos parafusos da roda traseira "podem" ocasionar fissuras e o rompimento da flange.
Veja bem...
A BMW Motorrad está gastando MILHÕES porque o aperto demasiado, que, sejamos sinceros, pode inclusive não ter sido feito por uma concessionária BMW (afinal, quem é que troca pneu em concessionária???) pode ocasionar fissuras no flange da roda traseira?
Mas peraí!!!
É ÓBVIO que um aperto excessivo em qualquer parafuso que seja pode espaná-lo e rompê-lo, bem como danificar o componente que o mesmo prende ou sobre o qual ele está preso!Então porque a BMW assume o risco de um serviço e/ou dano que, quiçá, nem tenha sido ocasionada por ela?
Todos surpresos...
Eu não. O nome disso é RESPEITO!
Algo que se houvesse por grande parte dos fornecedores de serviço e, sobre e acima de tudo pela própria população, seria a salvação desta nossa nação! Mais do que na hora.
Por essas e outras que eu sempre prefiro uma moto BMW!
E você? Vai na TOP ou na outra?
Até breve!!!
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR OS CHASSIS CHAMADOS AO RECALL
Aluguel de motocicletas. Visite nosso site e consulte valores ou faça
seu orçamento para o período que pretende viajar diretamente pelo
e-mail
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Uma K1600GTL, R1200GS Adventure ou uma S1000RR para você chamar de sua!
Quem não gostaria de pilotar uma BMW K1600GTL ou uma S1000RR? Quem não gostaria de tirar férias com uma R1200GS Adventure? Melhor que isso ainda! Quem não gostaria de dizer que é o dono de uma BMW K1600GTL, uma BMW R1200GS Adventure, uma BMW S1000RR e de quebra uma BMW R Nine T, todas novas?
Devaneio? Coisa só para milionários?
Até ontem era...
Agora virou realidade e você também pode chamar uma destas motos - ou todas elas - de sua, por um valor extremamente acessível, muito, mas muitooooo longe do quase meio milhão que você teria de gastar para ter todas estas motos à sua disposição.
Acredito que 95% do meu tempo fico pensando em motos, e sobretudo em como melhorar os serviços da A&K Motorcycle Rentals, levando cada vez mais facilidades e cada vez um maior leque de motos a nossos clientes. Quando criamos a empresa, a idéia era que as motos BMW fossem acessíveis a um número cada vez maior de pilotos, e não apenas a privilegiados que podem gastar algumas centenas de milhares de reais com máquinas que custam o preço de um pequeno imóvel.
Nesta linha de raciocínio, imaginamos e criamos o programa A&K Select, que é a propriedade compartilhada de motos top de linha da BMW Motorrad, num conceito que faz um misto com a forma pela qual altos executivos e empresários de sucesso utilizam aeronaves, embarcações, carros superesportivos e imóveis, com uma pitada de locação. Pegamos o que de melhor poderia haver de benefícios ao cliente de cada contrato que analisamos, cada tipo de negociação, e criamos algo que podemos dizer sem sombra de errar ser totalmente inovador e sem precedentes no Brasil quando se trata de motos. O cliente/sócio/proprietário vira ao mesmo tempo dono de uma moto e de uma locadora de motos BMW de alta gama, pois pode inclusive, querendo, negociar sua participação/cotas/diárias a terceiros, como se fosse uma locadora de motos, sem ter de arcar com todas burocracias de uma empresa do tipo.
Todas as motos dentro do programa beiram as cifras de cem mil reais, com seguros que normalmente extrapolam ou chegam próximas da casa dos dez mil reais, motos caríssimas portanto para serem mantidas sozinhas. E ainda mais caras ficam se sua utilização se limitar a pouco mais de algumas parcas semanas de férias, quando não alguns dias apenas.
Mas através do programa A&K Select, o cliente pode escolher o período que quer rodar, qual moto quer utilizar e até mesmo o quanto vai pagar por isto, em planos que vão desde 3,5% do valor da moto e suas taxas, até 12% para períodos mais longos e vantagens maiores.
O lado ruim disso tudo?
Os grupos são limitados a um número de pessoas, nenhum podendo ultrapassar de 100% o valor do veículo e suas taxas...
De resto, pode se dizer que é realização no mínimo multiplicada, assim como nossa alegria e dos futuros clientes!!!
Enfim...
Como se vê, tudo tem jeito nessa vida, até mesmo em épocas de crise.
As oportunidades surgem sempre para você.
Basta segurá-las ou deixar escapar por entre os dedos, vendo seu amigo em uma BMW K1600GTL ou R1200GS Adventure passar imponente ao largo.
Eu, particularmente, preferia que você esteja andando nela!
E você?
Vai andar de K1600GTL ou S1000RR?
Até breve!
Para maiores informações sobre nossos planos, motos disponíveis, valores, condições e demais detalhes, solicite nosso prospecto consultando-nos pelo e-mail aek@aekmotos.com
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