quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Mais motos BMW nacionalizadas e mais em conta! R1200GS, F800R e S1000RR (?)

Quem pensa que a BMW Motorrad vai parar de surpreender ou brigar com forças de campeã por sua fatia no mercado, está redondamente enganado!

Agora a pouco a BMW Motorrad anunciou o "lançamento" (ou o retorno...) de suas versões básicas, tanto da imbatível bigtrail R1200GS como da naked F800R. Para baixar o preço das mesmas, basicamente se tira um tanto de tecnologia embarcada destes modelos básicos, que contam somente  com sistema de freios ABS. Moto ideal para quem não gosta de firulas ou para os que acreditam que quanto mais tecnologia, mais coisa há para estragar e deixar o piloto na mão...


 Bom mesmo, para falar a verdade nua e crua, é que agora a BMW R1200GS Sport ainda traz as  manoplas aquecidas, o controle de pressão dos pneus (RDC) e freios ABS mas perde o providencial controle de tração e os diversos modos de pilotagem. Também as suspensões ajustadas eletronicamente - ESA - do pacote Premium desaparecem na versão básica. Além de, claro, as rodas raiadas, que voltam para a versão de liga no modelo básico. Motor, torque, potência, etc., continua tudo igual: boxer de 2 cilindros com potência de 126 cv e torque de 12,74 kgfm.

Nada que afete a performance da moto, ao menos não na mão de um bom piloto. Claro, particularmente eu até abriria mão do RDC e das manoplas aquecidas (que pouco se usam neste país tropical) em troca do controle de tração, que "salva" muito a vida do piloto. Só quem já sentiu o controle de tração trabalhando de verdade sabe do que estamos falando.
O preço de tabela cai em R$ 9.000,00, ou seja, agora é de R$ 60.900,00 para a versão "Sport" contra  R$ 69.900,00 da versão Premium. 


Já a naked F800R, moto que tem agradado muito o público feminino e os pilotos de estatura mais baixa e/ou que usam a moto em seu dia-a-dia, apresenta-se com um novo pacote básico, agora chamado de “Ride”. A motinho mantém suas características principais, como o motor bicilíndrico em linha e 91 cv, com torque em 8,76 kgfm, seis marchas, rodas em alumínio 17 polegadas, freios ABS e piscas em LED. Nesta versão básica também perde o controle de tração. 

O preço da versão básica fica R$ 4.000,00 mais em conta: R$ 33.900,00 ao invés dos R$ 37.900,00 da versão Premium.

Por fim, especula-se ainda na nacionalização da S1000RR, que teria seu preço abaixado em aproximadamente 4 a 5 mil reais. Até o momento mero boato; não tivemos nenhuma informação oficial da BMW Motorrad. Para a S1000RR é uma matemática da qual duvidamos muito. A um porque não tem suficiente volume de vendas no Brasil a justificar sua montagem aqui, ao contrário da R1200Gs e F800R. E a dois porque não se tem o que tirar de tecnologia da S1000RR para reduzir o preço da mesma. Qualquer coisa que se tire da moto, simplesmente "estraga" a mesma, colocando-a no lugar comum de outras superesportivas, posto que a S1000RR não pretende jamais ocupar. Ela sempre foi muito além do lugar comum, deixando as outras reles mortais em sua maioria nipônicas para trás.

E você? Já escolheu sua BMW? 

Até breve!


Crédito das fotos: 
Google images


Aluguel de motos BMW's e Harley Davidsons
Tours pela Route 66, Daytona e outros destinos internacionais
Simule sua locação ou Tour no site ou escrevendo-nos por e-mail para aek@aekmotos.com



quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Capacete importado e Selo do INMETRO - Desnecessidade parcial

Esses dias tive a "felicidade" de vencer leilão da Inglaterra e após os devidos trâmites de pagamento, estava a caminho meu exclusivo capacete modelo Buell, assinado por ninguém menos do que Erick Buell! O item iria ficar na estante da empresa, já que foi com uma Buell que comecei a traçar os primeiros planos para a A&K Motorcycle Rentals, hoje uma realidade. 

Manda para o Brasil, e aí começa a tortura... Mal chega ao país e o fiscal da aduana acha que o item tem de ter "selinho" e dá conta de que a mercadoria "não possuía INMETRO". 

Vira, mexe, um ajuda daqui, outro dali, procuração prá lá, outros documentos que comprovassem tudo que paguei (para não faltar um centavo de imposto), outros 4 meses e mais R$ 1.800,00 reais de taxas e impostos variados, levando o capacete à cifra astronômica do triplo que paguei pelo mesmo, chega tanto o capacete quanto uma certeza: capacete importado no Brasil? Nunca mais!

Não enquanto este não for um país sério, que saiba distinguir um item de coleção de um item de uso  (usar um capacete desses seria o mesmo que um "jáspion" andar com um assinado pelo "Doctor" em vez de expô-lo em uma vitrine...). Não enquanto um item de coleção precisar de "INMETRO". Ao menos não enquanto o que se quer é apenas arrecadar mais e mais e mais, custe o que custar.

A verdade, a quem quer sabê-la, é que "selo do INMETRO" tornar-se-á sempre fator secundário, até mesmo porque todos sabem que um capacete de última qualidade que se abre ao meio e que não se entende como pode carregar selo do INMETRO (não vou sequer listar nomes, pois meu leitor sabe muito bem de quais me refiro), não vale NADA em termos de proteção perto de um que carregue o selo DOT, cujas regras são infinitamente mais rígidas que do INMETRO, respeitando o órgão.

No fim e ao cabo, necessidade maior é mudar o país e a mentalidade de todos. 

Agora, quando me perguntam se no Brasil há a necessidade de uso de selo do INMETRO em capacete importado, respondo de bate pronto: quer usar um capacete importado? Use fora do Brasil. Não vale a pena pagar - e penar - mais imposto ainda. E o de importação, é uma fortuna.

Afinal, ninguém se importa em quanto vale a sua cabeça. 

Sem imagens no post de hoje. Pois não merece.


segunda-feira, 27 de julho de 2015

Daytona Bike Week


Em 2016 vamos a um dos maiores eventos motociclísticos do mundo! O Daytona Bike Week!

Serão 7 dias de Tour, incluindo dois dias em Miami para compras e um final de semana inteiro (3 dias) em Daytona. Não perca esta oportunidade!

Mais detalhes contate-nos pelo email   aek@aekmotos.com





segunda-feira, 6 de julho de 2015

Uma droga? Uma moto? Não... É uma Harley Davidson!

Minha vida com motos "de verdade" começou com uma custom... "Fuleira", digamos, pois se tratava de uma Shadow VTX 600 1999, usada, com sedizentes 4.000km e gravíssimos problemas de motor que só bem mais tarde fui descobrir. Com isso e mais alguns incidentes como pedaleiras avançadas "paralelas" e posicionadas de forma totalmente inapropriada a raspar no chão em curvas mais fechadas, e sem sequer saber  como levar (e o que!) bagagem em uma moto, em menos de 6 meses e mais de 12.000km peguei certa aversão às customs, achando que não andavam como deveriam, tinham suspensão muito curta e mais um monte de motivos que inventei para me afastar dessas "drogas pesadas" por longos 12 anos...



Nesse meio tempo passei a "usuário" de outras coisas, e fui de naked's, trail's, big trail's, sport touring, superesportivas, desde as mais baixas às mais altas cilindradas. Umas boas, outras que ficavam devendo algo, umas melhores que as outras para certos casos - como as big trail's, imbatíveis para longas viagens com bons trechos de "off road" - enquanto outras melhores que as umas para outros (subir a serra numa BMW S1000RR ou "esticar" numa longa reta, é sentimento que não tem definição)!

Em 2013 criamos a A&K Motorcycle Rentals, contando apenas com motos BMW's da linha GS, que tenho como as melhores para longas viagens, sobretudo, como falei acima, onde houver grandes trechos de off road a percorrer. Fizemos excelentes viagens com elas, e nossos clientes, somando quilometragens ultrapassaram centenas de milhares de quilômetros à bordo das diversas GS's.

Enquanto isso as customs e em especial as Harley Davidson's...

Bem! Já havia falado delas em outra oportunidade neste blog, mais precisamente a quase 3 anos atrás (clique aqui para ler).

Contrariando meus gostos particulares, nossos clientes começaram a clamar insistentemente pelas Harley Davidson's. Afinal, porque nós só tínhamos BMW's? Porque não colocávamos algumas Harley's no portfólio? E como estamos sempre trabalhando para agradar a nossos clientes...

Entraram já de saída no catálogo de aluguéis as Harley's Sportster IRON 883 e a Fat Boy Special. Confesso que já fui até a loja "contrariado", me "forçando" a subir nas motos mais vendidas que eram justo as que nossos clientes pediam. E aí tudo começou a mudar... Comecei a perceber que teria de "morder a língua". Mas ainda resisti e saí de lá na base do "veja bem...", com os poucos argumentos que me restavam contra as customs. E à noite sonhei... O óbvio, claro: que estava andando numa custom, ou, mais precisamente, uma Fat Boy.

Mais um par de dias e eu estava indo buscar a Iron 883, e dois mais, a Fat Boy Special. 

Mais um par de dias, e eu ficava olhando o relógio, para ver quantos minutos faltavam para acabar o expediente e ir rodar em uma das Harley's. 

Mais um par de minutos após desligar a moto na garagem, e eu já estava planejando um novo passeio, por mais curto que fosse, para... ... rodar de Harley!!!

Mas em uma coisa prometo que serei inflexível até o fim! Vou continuar dizendo que nem a 883, nem a Fat Boy e nem qualquer uma da marca é uma moto de verdade! E também vou continuar dizendo que são uma grande DROGA!!!

Droga essa que você não vê a hora de pegar para mais uma dose...

E não, não é uma moto de verdade, porque é muito mais do que isso:

É UMA HARLEY DAVIDSON!!!

E você? Vai continuar falando mal das Harley's ou vai arriscar dar uma volta e morder a língua? 

Até breve!


Crédito das Fotos:
1 e 3 - A&K Motorcycle Rentals
2 - Beto "Attive"


Para cotação de sua viagem ou passeio com uma Harley Davidson ou BMW GS, escreva-nos diretamente para o e-mail aek@aekmotos.com

quarta-feira, 17 de junho de 2015

BMW S1000RR - Um teste real com esta Superesportiva

Como nossos leitores já sabem, gostamos muito de apresentar nossas impressões reais sobre as motos que no blog comentamos. Uma das motos que sempre tivemos curiosidade em testar era a S1000RR, sempre dentro daquela máxima de fazermos um teste "real", ou seja, feito por quem gosta de moto mas não é nenhum "piloto pro" das mesmas. 


 
Portanto, aqui em nosso "teste real", vamos falar da condução do dia-a-dia, de pequenas (ou grandes) viagens, no comportamento da moto em estrada e em trajeto urbano, seus pontos positivos e, porque não?, negativos. São basicamente nossas impressões da moto, não sendo verdade absoluta. Apenas nosso sentir.

Primeiras impressões:  

Pegamos esta moto em um negócio. Não. Desde o começo sabíamos que não seria moto para manter e rodar diariamente, tampouco para empreender longas viagens. Era mais para "matar a vontade" mesmo de ouvir o quatro em linha rugindo, pois uma vez que se anda em uma esportiva, não se larga mais o vício de volta e meia querer ouvir esse tipo de motor roncando.

De cara o visual da moto já impressionou positivamente por duas razões. Uma que extremamente bem conservada, pois estamos falando de uma moto de 2010, e outra pelo reduzido tamanho dela. Neste ponto, fiquei imaginando o Sr. que negociou a mesma comigo, com seus mais de 180 frouxo de altura e 60 anos de idade. Como andar encolhido naquela motoca? 

Subi nela e... Cadê as manetes? Foi a primeira coisa que estranhei!

Acostumado com a posição sentado das Big Trails, me vi obrigado a deitar sobre o tanque para encontrar os comandos, o que de princípio já me desgostou um tanto, mais pela questão da falta de hábito do que outra coisa. Era como se eu estivesse a andar pela primeira vez de moto, com o inevitável medo de derrubar a menina que, apesar de baixa, não se mostra nem um tanto leve enquanto seu motor não está a funcionar. Mas essa má impressão só vai até os primeiros metros vencidos. Em verdade, é uma moto que se deve "vestir" para passar a ficar confortável sobre ela, e aí envolve mais um monte de coisas, desde como se posicionar até como pilotá-la, pois é o que vai definir se você vai se adaptar a moto ou não. 

Rodando devagar pelas ruas de Joinville (onde fui buscar a mesma), já de pronto percebi que não é moto para se rodar devagar. Em primeira ela parece já ficar nervosa, ronronando como uma fera que aguarda para dar o bote. Quer correr, isso é inegável. E devagar, a posição de pilotagem se mostra MUITO incômoda. A única maneira da coisa melhorar é você encaixando bem as pernas e fazendo um bom exercício de lombar e abdominal, para não deixar seu peso sobre os punhos, o que certamente lhe levaria a uma boa tendinite. Em verdade você não vê a hora de pegar a estrada!


Dá para viajar com essa moto? 

Claro. Dá para viajar com qualquer moto! Desde CG até (deusnoslivre pro hora, com a buraqueira de nossas estradas!) Gold Wing. Mas o fato é que talvez as superesportivas de verdade não sejam a melhor opção para tanto, a não ser que você possa realmente andar rápido e ter postos de abastecimento à disposição a cada 100km.

E eu tinha mais de 600km pela frente para vencer...

Não demorou para eu perceber que ela só começa realmente a ficar confortável lá pelos 7.000 giros... Porém isso, em sexta marcha, é igual a 160 km/h... Muito? Pode parecer, mas acredite quando lhe afirmo categoricamente que numa BMW S1000RR isso não é nada mais do que um passeio no parque. Daí que você já vê não ser essa moto para qualquer um e nem para qualquer estrada.

É entre 150 e 160km/h que o vento começa efetivamente a fazer o efeito de equilibrar o seu corpo, dando a pressão necessária para que você não fique sofrendo com o peso sobre os punhos. Vai nessa tocada tranquilamente até o tanque entrar na reserva, o que não demora mais do que uma hora e uns minutos. Autonomia, neste quesito, se vê que não é o forte desta BMW. Com 17,5 litros, um tanque mal chega para você rodar 200 quilômetros, sendo que ela já vai estar pedindo reserva bem antes, o que de certa forma é um ponto positivo, obrigando você a uma breve parada para uma água e retomar a atenção para os próximos quilômetros.

Até 120km/h ela gasta pouco, sendo capaz de bater na casa dos 20km/litro. Mas fica óbvio nos primeiros minutos que é impossível andar a esta velocidade. A moto simplesmente não permite isso! Ou, trocando em miúdos, procure uma estrada que lhe permita uma tocada mais rápida, ou pense seriamente em ter outra moto na garagem, deixando esta apenas para eventuais passeios.


Comportamento dinâmico:

A melhor definição para a BMW S1000RR é: estúpida! Dentre outros xingamentos quase sexuais... A moto anda e não é pouco. É muito. É demais. Uma leve torcida no acelerador e você nem vê os 100km/h chegarem. Aliás, chegar aos 100km/h é ridículo. Coisa que se faz em 1a. marcha até.Na mesma toada estão os 200km/h. O que em outra moto demora a chegar, nessa é só esticar a 3a. ou 4a. Nem precisa chegar perto da 5a. ou da 6a. para ver a moto ultrapassar essa "antiga" barreira, que passa a ser perigosamente fútil.

Se não conhece a moto, prepare-se para grandes sustos.

Eu mesmo tomei um quando, a quase 200km/h fui ultrapassado por um mais louco do que eu. "Torci o cabo" e a menina simplesmente levantou a roda da frente, saltando para 245km/h, estável como um trem sobre trilhos. Olhei o painel e, surpresa!, eu ainda estava em 4a. marcha, e sobraaaaannnndoooooo motor. Sentei calmamente a roda da frente e fui tirando a mão até voltar aos meus confortáveis 160km/h. 



E no geral a moto é assim na estrada. A única exigência que ela faz é que você desvie de buracos e quaisquer outros obstáculos, para no mais, ser plenamente feliz!

Outro ponto de notável aplauso é o "quick shift". Basta você chutar o pedal de câmbio para cima que ela passa à marcha seguinte. Nada de perder tempo para debriar na manete esquerda. Nas atuais, o "quick shift" já virou "shift assistant", funcionando tanto para cima quanto para baixo, tornando quase que desnecessária a manete, a não ser para "emergências" em que se tem de liberar o motor, como ao parar no sinal. Com isso, rodar rápido em uma boa freeway é um agradável passeio! 

Mas...

Se em boa estrada ela é ótima, na cidade a história é outra!

A moto se torna no geral um martírio, pois sabidamente não é lugar para se andar rápido como ela exige. Além de não esterçar quase nada, dificultando o zigue-zague necessário por entre os carros, a tranqueira também cobra um alto preço: o motor esquenta! Na mesma proporção talvez que a moto anda: MUITO! Demais... Não se impressione ao ver no painel qualquer coisa em torno de 100, 105ºC. Alguns minutos sobre esse motor diabólico é para se sentir literalmente fritando! E isso que estava com a moto em um dia em que a temperatura do ambiente não ultrapassava os 20ºC. Fiquei imaginando como seria pilotá-la sob um sol escaldante de 35, 40ºC de verão.


Últimas considerações:

BMW S1000RR = ESPETÁCULO! Uma outra boa definição para ela... Tanto estúpida quanto espetacular. Ao contrário de outras motos superesportivas com quase 6 anos de existência, a S1000RR desde sempre é esteticamente perfeita. E isso mostra ser uma verdade pelo simples fato de que não mudou muito em seu look desde que foi posta no mercado. Qualquer coisa que se pense diferente para ela, só tende a ficar pior, pois parece a própria perfeição assim como está, pedindo-se que não mexam muito nas suas características marcantes.

Em verdade, para um observador que não conhece muito desta superesportiva, é difícil diferenciar à primeira vista uma 2010 de uma 2015, a não ser pela cor e detalhes na carenagem característica de cada ano, a exemplo das "barbatanas" que dos três "V's" virado para trás das primeiras em 2012 passaram aos "V's" voltado para frente.

Se você quer uma superesportiva de verdade, pode parar de procurar, pois esta é a sua moto. E não importa nem sequer o ano. São todas irrepreensíveis desde seu lançamento!

Claro, novamente, não é moto para qualquer um. É preciso ser um tanto "piloto" de verdade para extrair um mínimo do que a moto tem de bom. Ou ter sangue frio e se preparar para muitos sustos.

Quanto a minha BMW S1000RR... Estou vendendo.

É definitivamente moto demais para mim!

E você?

Consegue domar essa fera?

Até breve!!!


Crédito das fotos: 
1º, 2º e 5º - A&K Motorcycle Rentals
3º e 4º - Google Images



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