quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Devaneios de motocicleta - Parabéns prá VOCÊ!
Hoje, depois do anúncio da chegada de mais uma moto para nossa empresa para atender a crescente demanda, peguei-me em devaneios... Devaneios estes, para variar, sobre motos. Devaneios sobre os "test drives" que faço a cada nova que vem (esta entra na fila!).
Lembrei-me de como tudo começou, da moto-escola (aquele chato acelerar e frear sem fim, ao lado do Maracanã, quando morava no Rio), dos primeiros passeios pelas serras cariocas, a primeira "longa" viagem a Penedo de pouco mais que uma centena de quilômetros... Por alguma razão, lembrei-me também de certo outrora amigo meu, que, um tanto sarcástico - demais até pro meu gosto que não lhe aguentou numa fase da vida que eu era ranzinza (digo, mais que hoje sou ainda...) - comentou que eu não poderia pensar tanto sobre motos, falar tanto sobre motos, enfim, respirar moto no meu dia-a-dia, referindo que isso era "doença" ou qualquer coisa do gênero.
- E porque não?
Dali prá frente os sintomas só pioraram. Comecei a pensar em moto e viagens de moto não só para mim, mas para os outros também. Colocava minha então namorada (hoje esposa), nas maiores "furadas" imagináveis, nas quais nem eu embarcaria hoje em dia. Era como se eu quisesse "contaminar" aos demais com minha "doença", quisesse que os demais curtissem o "meu barato", pudessem experimentar da minha droga da felicidade e ficar como consequência também "doentes" como disse aquele outro. Ainda que sabendo de todos os riscos envolvidos nesse compartilhamento de motos, que poderia espalhar o tal "vírus motomaníaco"... Então, expandindo os horizontes, em vez de pensar menos em moto como sugerido, passei a pensar mais, mais e mais, não só na dose de uma vez ao dia mas durante uma vez por hora. No mínimo. Era uma "fissura" só. Acordava e dormia pensando em moto, em como faria para ter mais gente curtindo a "nóia" sem fim que eu vivia.
Meu sonho sempre foi trabalhar com motos. E com gente. Deixar as pessoas felizes por conta das motos, pois pouco ainda sei de pessoas (muito a aprender, uma existência não me bastará), mas algo sei sobre motos... Nada a ver com ser motoboy e entregar uma pizza a quem estivesse com fome - pensamento que deveria passar na cabecinha oca de meu ex-amigo sarcástico quando dizia que gostaria de trabalhar com motos - o que, de certa forma, não seria de todo errado, já que não deixa de ter a ver com moto e com felicidade, ainda que temporária, de matar a fome ou saciar a gula. Enfim, toda e qualquer fome que se mate é digna de aplausos, desde que dentro da moralidade e licitude, ainda mais se envolver motos. Pelo que nem o mototáxi, tão criticado por muitos, acho que não tenha seu valor social efetivo. Aplaudo-o também, eis que de moto ele faz o que gosta, ganha dinheiro e presta um bom serviço à comunidade na qual vive. Motos, sempre! Um mundo perfeito para mim seria aquele onde existissem mais motos e menos carro... Ou, se isso não fosse possível, ao menos lugares para se andar - vá lá - de bicicleta que fosse, com segurança. Ambos, mundos distantes daqui...
Era porém, um pouco mais do que isso. Algo um pouco mais direto, que atingisse o alvo em precisão cirúrgica...
Oficialmente hoje a A&K Motorcycle Rentals completa seu segundo ano de vida, quando a exatos dois anos atrás anunciamos publicamente sua criação (claro, depois de anos e diversos processos para dar o "start" com tudo).SOBREVIVEMOS!
Sobrevivemos graças a muitos amigos dando força, clientes maravilhosos e fornecedores de primeira linha! E sobrevivemos assim à primeira das tristes estatísticas, que apontam que no Brasil a METADE das empresas novas fecham em seu primeiro ano de existência. E outras tantas no segundo...
Sobrevivemos a 2015, um ano em que a economia, o governo e o país como um todo, foi de mal a pior. Ano de Impeachment, de corrupção quase que generalizada, em que nem o Presidente da Câmara está a salvo.
Não sei se vai ter bolinho com velas nem se, havendo este, vai estar com o número de anos da empresa, de anos de minha existência - exatos 40 a mais do que a empresa! - ou só com um parabéns para nós.
Eu só sei que, em meio a meus devaneios, posso dizer que - até aqui - consegui realizar todos sonhos, quiçá por força de vontade, quiçá por paixão. E, com isso, só sei que Deus escolheu para mim as pessoas certas, seja para conviverem diariamente comigo - como minha esposa e meu filhote - seja para clientes que invariavelmente viram amigos: todas pessoas maravilhosas e sobretudo apaixonadas pela estrada (de asfalto ou da vida), por motos, por esta viagem que diariamente percorremos.
Quer algo melhor do que isso? Uma esposa perfeita e um trabalho com o qual se sonhou?
E desta forma que os parabéns não serão para mim, já que nada mais sou do que quem sabe o fósforo que acendeu a vela do bolo. A A&K Motorcycle Rentals não existe simplesmente pelo que EU sou, mas pelo que VOCÊS todos são!
Assim, os parabéns vão primeiro para minha Gatinha, que sempre me deu força em cada nova "empreitada maluca". Vão segundo para todos os amigos/clientes. É por vocês dois que estamos hoje aqui!
Também por terceiro, permitam-me!, pois mais importante que todos nós, por Ele, Deus - ou no que você acreditar - que a A&K Motorcycle Rentals existe! Então por vocês todos, por honra ao que entendemos até mesmo como uma missão Dele, que pretendemos fazer muitos outros aniversários e cada vez mais crescermos e nos consolidarmos no mercado! Amém!
Quer algo melhor do que isso? Uma esposa perfeita e um trabalho com o qual se sonhou?
E desta forma que os parabéns não serão para mim, já que nada mais sou do que quem sabe o fósforo que acendeu a vela do bolo. A A&K Motorcycle Rentals não existe simplesmente pelo que EU sou, mas pelo que VOCÊS todos são!
Assim, os parabéns vão primeiro para minha Gatinha, que sempre me deu força em cada nova "empreitada maluca". Vão segundo para todos os amigos/clientes. É por vocês dois que estamos hoje aqui!
Também por terceiro, permitam-me!, pois mais importante que todos nós, por Ele, Deus - ou no que você acreditar - que a A&K Motorcycle Rentals existe! Então por vocês todos, por honra ao que entendemos até mesmo como uma missão Dele, que pretendemos fazer muitos outros aniversários e cada vez mais crescermos e nos consolidarmos no mercado! Amém!
E quanto ao meu ex-amigo... Bom... Deve continuar lá, pensando que eu não posso divagar só sobre motos, uma vez que a vida é muito mais do que isso.
Meu caro! Claro que a vida é mais do que isso! A vida não é só moto não, nisso você tinha razão. Aliás, nestes anos todos aprendi que ninguém deixa de ter razão, não cabe ficar criando brigas, criticando, querendo fazer a todo custo valer a sua opinião em detrimento da do outro... Pois a razão que o outro tem, nem sempre precisa ser razoável para você, já que cada um tem seus sonhos, seus interesses, suas paixões.
E no mais, ao menos para mim e para todos os que passam por nossa empresa, sabem que sobre uma moto a vida pode ficar beeeeeem mais interessante. É o que vemos quando invariavelmente nossos clientes retornam com um sorriso estampado no rosto... Pois junte a moto novas estradas e a vida se torna INCRÍVEL!
Certeza!
E no mais, ao menos para mim e para todos os que passam por nossa empresa, sabem que sobre uma moto a vida pode ficar beeeeeem mais interessante. É o que vemos quando invariavelmente nossos clientes retornam com um sorriso estampado no rosto... Pois junte a moto novas estradas e a vida se torna INCRÍVEL!
Certeza!
Até breve!!!
Crédito das fotos:
A&K Motorcycle Rentals
A&K Motorcycle Rentals - locações de motos BMW e Harley Davidson, no Brasil e no exterior. Tours nacionais e internacionais com Daytona, Sturgis e Route 66.
Para cotações, consulte-nos pelo e-mail aek@aekmotos.com
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Daytona Bike Week 2016!
ÚLTIMA CHAMADA!!! GRUPO RESTRITO, POUCAS VAGAS RESTANTES!
Para maiores informações contate-nos via e-mail aek@aekmotos.com
Site: www.aekmotos.com
Fanpage: https://www.facebook.com/aekmotorcyclerentals/
Fones: (51) 9293-4447 (também por whatsapp) / 3922-4546
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segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Harley Davidson Sportster 883 Iron. Uma moto para todos os dias!
Quando se fala em Harley Davidson, duas coisas vem logo à cabeça: um GRANDE motor em "V" com som característico e uma moto cheia de cromados, de ferro, extremamente pesada, geralmente para mais de 300kg.
Já quando o assunto é uma Harley menor como a 883, não são poucos os que torcem o nariz...
Não dá para se dizer que a Sportster 883 é uma moto confortável. Longe disso. Aliás, se você tem mais de 1,80 de altura, melhor é correr dela, pois em geral é uma moto pequena. Não que não seja possível adaptá-la a sua estatura, mas observar um cara grande pilotando-a passa a mesma impressão do que ver um alterofilista de 2 metros de altura e mais de 150kg em um Fiat Cinquecento: um tanto ridículo.
Quanto a ciclística não se pode ser cínico e negar. É fato que de plano, sua suspensão de curto curso faz o piloto desacostumado com customs sofrer bastante. O banco original do tipo sela, embora tenha excelente encaixe para o piloto e boa espuma, também não alivia muito a situação do mesmo. Não raro, em buracos - normais de nossas estradas - se encontra o fim de curso da suspensão, com um baque seco que é inclementemente transmitido ao piloto.
Quanto a ciclística não se pode ser cínico e negar. É fato que de plano, sua suspensão de curto curso faz o piloto desacostumado com customs sofrer bastante. O banco original do tipo sela, embora tenha excelente encaixe para o piloto e boa espuma, também não alivia muito a situação do mesmo. Não raro, em buracos - normais de nossas estradas - se encontra o fim de curso da suspensão, com um baque seco que é inclementemente transmitido ao piloto.
Sua ergometria, quando original, também não ajuda muito. O guidom parece muito avançado à frente, lhe obrigando a ficar ou com braços muito estendidos ou curvado. A primeira providência ao se adquirir essa moto é a instalação de um guidom do tipo "mini ape hanger", o que minimiza bastante o sofrimento e ainda traz um ótimo estilo à moto, contribuindo ainda para que se passe com o mesmo por cima dos espelhos de carros, o que no trânsito caótico é providencial ao se pegar o "corredor". Claro, o lado ruim é que ficará exatamente da altura dos retrovisores das caminhonetes, pelo que se deve abrir o olho e, logicamente, nunca abusar da velocidade. Afinal, se você está numa Sportster 883, não tem razão nenhuma para correr como um tresloucado que tem de fazer uma tele-entrega rapidamente a fim de garantir a grana.
E falando em "customização" e alterações na moto, sejam estéticas, sejam de conforto, logo se observa que a 883 é talvez uma das motos mais customizáveis. Quiçá por ser das mais em conta, não se tem tanta dó de fazer alterações, que podem ir desde banco para um com molas, piscas menores, rodas raiadas, amortecedores à gás, escapamento esportivo, comandos avançados, pintura, enfim! Deixá-la mais clássica, mais confortável ou correr para o lado oposto, tirando "excessos" e chopperizando-a ou deixando-a com ar de bandida, rat-bike, low rider ou o que bem convier. O piloto pode trabalhar ele mesmo como verdadeiro artista sobre a moto, já que, em geral, com um pouco de paciência, atenção e o mínimo conhecimento de mecânica consegue se mexer em quase toda moto, pelo que ouso considerá-la o "fusca" das Harley Davidson. Legítimo "pau para toda obra", como diz o bom ditado popular.
E falando em "customização" e alterações na moto, sejam estéticas, sejam de conforto, logo se observa que a 883 é talvez uma das motos mais customizáveis. Quiçá por ser das mais em conta, não se tem tanta dó de fazer alterações, que podem ir desde banco para um com molas, piscas menores, rodas raiadas, amortecedores à gás, escapamento esportivo, comandos avançados, pintura, enfim! Deixá-la mais clássica, mais confortável ou correr para o lado oposto, tirando "excessos" e chopperizando-a ou deixando-a com ar de bandida, rat-bike, low rider ou o que bem convier. O piloto pode trabalhar ele mesmo como verdadeiro artista sobre a moto, já que, em geral, com um pouco de paciência, atenção e o mínimo conhecimento de mecânica consegue se mexer em quase toda moto, pelo que ouso considerá-la o "fusca" das Harley Davidson. Legítimo "pau para toda obra", como diz o bom ditado popular.
No mais, apesar de se ter "apenas" 883 cilindradas na motinho, não faz feio, tendo um torque bem interessante capaz de empurrar a máquina com vontade.
Como toda Harley Davidson, não é moto dada a correr. Em verdade pelos 110km horários a vibração e o vento lhe jogando para trás já começa a incomodar bastante, fazendo com que longas viagens não sejam tão interessantes. Muito menos com garupa, para a qual ela não é indicada, até mesmo porque, sendo monoposto, lhe obriga a instalar no mínimo banco e pedaleiras. Um sissy bar também seria o mínimo para trazer algo descente ao posto da garupa. Mas... Nem assim ela vai gostar de ocupar o lugar, muito por conta da suspensão que ficará comprimida e lhe dará bons sustos e porradas indesejadas na coluna. Assim, se sua idéia é andar com garupa, o melhor é fugir desta moto e partir para uma Sport Custom, que, ao fim e ao cabo, vai ficar no mesmo valor da 883 depois que você colocar os acessórios obrigatórios para levar a garupa.
Mas...
Uma coisa é inegável. A 883 é uma moto deliciosa!
Por ser pequena e de baixo peso (comparando com as demais Harley's), você acaba usando-a no dia a dia, para ir para tudo que é lado. Fácil de manobrar, econômica e com desenvoltura no trânsito, é a moto ideal para quem roda bastante na cidade. Uma maneira divertida de ir e vir. Tanto que você acaba não vendo a hora de pegá-la novamente.
E você? O que acha da 883?
Até breve!
Crédito das fotos:
Google images
Aluguel de motos BMW e Harley Davidson
Tour pela Route 66, Daytona Bike Week, Portugal, África e outros
Consulte-nos no e-mail aek@aekmotos.com
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
INDIAN desembarca no Brasil - Conheça os preços
Como já adiantamos em nosso blog em fevereiro (CLIQUE AQUI PARA VER), está chegando o final do ano e, com ele, conforme prometido, as motocicletas Indian, eternas rivais da Harley Davidson.
Antes de falarmos em preços, é importante mais uma vez lembrar que as Indian's desde SEMPRE foram mais caras do que as Harley's, embora estejam e disputem o mesmo nicho de mercado, com motocicletas apresentando características muito semelhantes. Há quem compare modelos inclusive, mencionando que a Scout seria a concorrente direta da Sportster 1200 ou da Custom; a Chief Classic concorrente da Fat Boy e a Chief Vintage uma concorrente da Street Glide.
No brasileiro, talvez o que não falte (ou faltasse) é esperança. Mas não dá para embarcar em um mundo de Peter Pan, deixando a realidade distanciada da fantasia. Ou vice-versa.
É preciso encarar o fato de que a Harley Davidson está com preços no Brasil extremamente defasados com relação ao exterior (melhor nem falar muito alto!), pois lá fora a Ultra Glide, por exemplo, já custa USD 23,220.00 (equivalente a R$ 92.800,00 aqui), enquanto pagamos R$ 5.000,00 a menos. E todas seguem neste mesmo caminho. Comenta-se, inclusive, que para os modelos de 2016 a Harley Davidson já prepara um pacote com reajustes na faixa dos 20% (vinte por cento!), o que vai deixar suas motos um tanto salgadas. Nada que assuste muito o consumidor brazuca, eternamente acostumado a pagar altíssimos preços por tudo o que é tipo de produto.
Vamos aos valores?
- Indian Scout: R$ 49.990,00
- Indian Chief Classic: R$ 79.990,00
- Indian Chief Vintage: R$ 89.990,00
Confesso que fiquei um tanto triste... Triste por ainda ter esperança nessa terra chamada Brasil? A&K Motorcycle Rentals as motos Indian's. Mas... A esse preço não dá. Não agora. Teria de obviamente repassar estes valores ao cliente e com isso teríamos diárias muito caras. E essa não é a idéia da nossa loja, ainda que seja esta a realidade do país, com comerciantes cobrando o que não deixa de ser justo diante de nossa absurda carga tributária, burocracias escorchantes, produtos/insumos caríssimos na origem e outras mazelas.
Bom... ERA minha idéia colocar à locação na empresa
Valem o que se pede?
Aí é de cada um e de cada bolso. De cada gosto.
Vamos ver como a Indian se posiciona no mercado. Esperamos que tenha fôlego suficiente para a briga titânica que vem pela frente!
Pois concorrência é sempre bom. E a Indian concorre com classe.
Inegável: belíssima motos! Incomparáveis!
Crédito das fotos:
Site oficial da Indian - www.indianmotorcycle.com/pt-br
A&K Motorcycle Rentals é uma empresa especializada em locações de motos Premium, como BMW's GS e Harley Davidson.
Tour pelos Estados Unidos e Europa, com grupos exclusivos. Programe a viagem dos sonhos de seu grupo! Contate-nos pelo e-mail aek@aekmotos.com
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Mais motos BMW nacionalizadas e mais em conta! R1200GS, F800R e S1000RR (?)
Quem pensa que a BMW Motorrad vai parar de surpreender ou brigar com forças de campeã por sua fatia no mercado, está redondamente enganado!
Agora a pouco a BMW Motorrad anunciou o
"lançamento" (ou o retorno...) de suas versões básicas, tanto da imbatível bigtrail R1200GS como da naked F800R.
Para baixar o preço das mesmas, basicamente se tira um tanto de tecnologia
embarcada destes modelos básicos, que contam somente com sistema de freios
ABS. Moto ideal para quem não gosta de firulas ou para os que acreditam que quanto mais tecnologia, mais coisa há para estragar e deixar o piloto na mão...
Bom mesmo, para falar a verdade nua e crua, é que agora a BMW R1200GS Sport ainda traz as
manoplas aquecidas, o controle de pressão dos pneus
(RDC) e freios ABS mas perde o providencial controle de tração e os diversos modos de pilotagem. Também as suspensões ajustadas eletronicamente - ESA - do pacote Premium desaparecem na versão básica. Além de, claro, as rodas raiadas, que voltam para a versão de liga no modelo básico. Motor, torque, potência, etc., continua tudo igual: boxer de 2 cilindros com potência
de 126 cv e torque de 12,74 kgfm.
Nada que afete a performance da moto, ao menos não na mão de um bom piloto. Claro, particularmente eu até abriria mão do RDC e das manoplas aquecidas (que pouco se usam neste país tropical) em troca do controle de tração, que "salva" muito a vida do piloto. Só quem já sentiu o controle de tração trabalhando de verdade sabe do que estamos falando.
O preço de tabela cai em R$ 9.000,00, ou seja, agora é de R$ 60.900,00 para a versão "Sport" contra R$ 69.900,00
da versão Premium.
Já a naked F800R, moto que tem agradado muito o público feminino e os pilotos de estatura mais baixa e/ou que usam a moto em seu dia-a-dia, apresenta-se com um novo pacote básico, agora chamado de “Ride”. A motinho mantém suas características principais, como o motor bicilíndrico em linha e 91 cv, com torque em 8,76 kgfm, seis
marchas, rodas em alumínio 17 polegadas, freios ABS e piscas em LED. Nesta versão básica também perde o controle de tração.
O preço da versão básica fica R$ 4.000,00 mais em conta: R$ 33.900,00
ao invés dos R$ 37.900,00 da versão Premium.
Por fim, especula-se ainda na nacionalização da S1000RR, que teria seu preço abaixado em aproximadamente 4 a 5 mil reais. Até o momento mero boato; não tivemos nenhuma informação oficial da BMW Motorrad. Para a S1000RR é uma matemática da qual duvidamos muito. A um porque não tem suficiente volume de vendas no Brasil a justificar sua montagem aqui, ao contrário da R1200Gs e F800R. E a dois porque não se tem o que tirar de tecnologia da S1000RR para reduzir o preço da mesma. Qualquer coisa que se tire da moto, simplesmente "estraga" a mesma, colocando-a no lugar comum de outras superesportivas, posto que a S1000RR não pretende jamais ocupar. Ela sempre foi muito além do lugar comum, deixando as outras reles mortais em sua maioria nipônicas para trás.
E você? Já escolheu sua BMW?
Até breve!
Crédito das fotos:
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quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Capacete importado e Selo do INMETRO - Desnecessidade parcial
Esses dias tive a "felicidade" de vencer leilão da Inglaterra e após os devidos trâmites de pagamento, estava a caminho meu exclusivo capacete modelo Buell, assinado por ninguém menos do que Erick Buell! O item iria ficar na estante da empresa, já que foi com uma Buell que comecei a traçar os primeiros planos para a A&K Motorcycle Rentals, hoje uma realidade.
Manda para o Brasil, e aí começa a tortura... Mal chega ao país e o fiscal da aduana acha que o item tem de ter "selinho" e dá conta de que a mercadoria "não possuía INMETRO".
Vira, mexe, um ajuda daqui, outro dali, procuração prá lá, outros documentos que comprovassem tudo que paguei (para não faltar um centavo de imposto), outros 4 meses e mais R$ 1.800,00 reais de taxas e impostos variados, levando o capacete à cifra astronômica do triplo que paguei pelo mesmo, chega tanto o capacete quanto uma certeza: capacete importado no Brasil? Nunca mais!
Não enquanto este não for um país sério, que saiba distinguir um item de coleção de um item de uso (usar um capacete desses seria o mesmo que um "jáspion" andar com um assinado pelo "Doctor" em vez de expô-lo em uma vitrine...). Não enquanto um item de coleção precisar de "INMETRO". Ao menos não enquanto o que se quer é apenas arrecadar mais e mais e mais, custe o que custar.
A verdade, a quem quer sabê-la, é que "selo do INMETRO" tornar-se-á sempre fator secundário, até mesmo porque todos sabem que um capacete de última qualidade que se abre ao meio e que não se entende como pode carregar selo do INMETRO (não vou sequer listar nomes, pois meu leitor sabe muito bem de quais me refiro), não vale NADA em termos de proteção perto de um que carregue o selo DOT, cujas regras são infinitamente mais rígidas que do INMETRO, respeitando o órgão.
No fim e ao cabo, necessidade maior é mudar o país e a mentalidade de todos.
Agora, quando me perguntam se no Brasil há a necessidade de uso de selo do INMETRO em capacete importado, respondo de bate pronto: quer usar um capacete importado? Use fora do Brasil. Não vale a pena pagar - e penar - mais imposto ainda. E o de importação, é uma fortuna.
Afinal, ninguém se importa em quanto vale a sua cabeça.
Sem imagens no post de hoje. Pois não merece.
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